sábado, 2 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Semana Municipal de Proteção dos Animais em Vitória (ES)
Os vereadores de Vitória aprovaram projeto que prevê a comemoração da Semana Municipal de Proteção dos Animais na Capital. O evento vai acontecer na primeira semana de outubro e tem o objetivo de consolidar a consciência de proteção dos animais domésticos, ou não!
Nota: este projeto é de autoria do vereador Fabrício Gandini/PPS, de Vitória-ES, que é simpático a causa animal e poderá trazer outras novidades boas!
Respeito à VIDA
A maioria das pessoas concorda que não se deve infligir sofrimento desnecessário aos animais, mas não age de acordo com esse princípio.Quase todos nós consideramos que é errado apedrejar um gato ou pontapear um cão. Contudo, os cães e os gatos não são os únicos animais capazes de sofrer física e psicologicamente. Os porcos, as vacas, as galinhas e tantos outros animais utilizados na indústria alimentar sofrem da mesma maneira e são rotineiramente sujeitos a crueldades que não são menos graves. Normalmente, tentamos justificar o sofrimento dos animais utilizados na indústria alimentar como sendo um mal necessário, mas isso não corresponde de todo à realidade — ainda que não tenhamos consciência disso, estes animais sofrem apenas por motivos triviais: satisfazer o nosso paladar ou o nosso comodismo.
O vegetarianismo ético é a aplicação prática na nossa vida do princípio do respeito pelos animais e do princípio da não violência. O vegetarianismo ético não é como uma moda passageira que se adota e depois se esquece, é uma questão de princípios e os princípios são para toda a vida.
Com o novo recurso veg4life.org, a Associação pelos Animais pretende fornecer informações úteis para quem quer ser vegetariano, para quem é vegetariano e para a promoção do vegetarianismo ético. É dada particular ênfase à questão da saúde, sendo para o efeito disponibilizadas informações rigorosas sobre saúde e nutrição numa dieta vegetariana. São também disponibilizados folhetos de sensibilização a quem estiver empenhado na divulgação do vegetarianismo ético.
COMPORTAMENTO: Donos influenciam na agressividade dos cães, diz estudo
Um novo estudo da Universidade de Córdoba (UCO), que inclui raças como o Rottweiler e o Pitbull, mostra que os proprietários são os principais responsáveis pela agressividade dos seus animais de estimação. Segundo o estudo, ao contrário do que pensamos, no comportamento do cães a raça têm menos peso do que outros fatores modificáveis e que dependem do proprietário. As informações são do jornal El Mundo. De acordo com Joaquín Pérez-Guisado, principal autor do estudo, alguns fatores que podem causar agressão em cães são: o fato do proprietário não ter tido um cachorro antes, cães não submetidos a uma formação básica em obediência, mimar o cão em excesso, não usar punição física quando é necessário, adquirir o animal por capricho, castração das fêmeas, ou gastar pouco tempo para o lazer do animal.
O estudo, recentemente publicado no Journal of Animal, mostra que quase 40% da agressão em cães estão ligadas ao baixo autoritarismo do dono que nunca realizaram um treinamento de obediência com seu animal.
Investigadores espanhóis estudaram 711 cães (354 machos e 357 fêmeas) dos quais 594 eram puros e 117 mestiços, todos com mais de um ano de idade. Entre as raças estudadas destaca-se o Bullterrier, Pitbull, o Pastor Alemão, o Boxer, o Rottweiler, o Dobermann, e as raças aparentemente mais dóceis, como os dálmatas, o Setter irlandês, Golden Retriever, Labrador Retriever, o Chihuahua e o Bulldog.
De acordo com Pérez-Guisado, determinadas raças, de sexo masculino, pequeno porte e com idades entre 5 e 7 anos, "são fatores associados ao cachorro mais agressivo e com uma posição mais dominante". No entanto, esses fatores representam "um peso mínimo" para que o cão tenha um comportamento agressivo.
"Para corrigir o comportamento do animal, os proprietários devem seguir um tratamento adequado e restabelecer o domínio sobre o cão", diz o pesquisador. Quanto à punição, Pérez-Guisado disse que "isso não pode ser utilizado com todos os cães por causa do perigo envolvido, mas poderia ser utilizado para restaurar a obediência dos filhotes ou cães que são pequenos ou fáceis de dominar. No entanto, "o castigo físico deve ser uma forma de assustar e demonstrar o domínio que temos sobre o cão, e nunca trazer um grande sofrimento para o animal", diz o veterinário.
Segundo o pesquisador, "não é normal que cães que receberam uma educação adequada mantenham o comportamento agressivo." Pérez-Guisado atribui esta atitude "excepcional" para a existência de qualquer problema médico ou orgânico que podem provocar mudanças comportamentais em cães."
Aspectos do convívio com os animais domésticos
Um ditado diz que o cão é o melhor amigo do homem, mas nem sempre a recíproca é verdadeira. A presença dos animais na vida de uma pessoa, traz inúmeros benefícios, mas esta convivência precisa ser alicerçada no compromisso de respeito a vida dele.Os cães chegam a ser considerados como membros da família , influenciando decisões importantes, como por exemplo, onde residir e para onde viajar, levando em consideração a estrutura dos hotéis para recebe-los. Atua como um estímulo ao exercício físico e promove o contato do dono com outras pessoas na rua , sendo reconhecido como um facilitador social .
A companhia do animal, também, é muito salutar para quem vive sozinho ou não tem contato constante com familiares e amigos , proporcionando afeto e diversão, reduzindo a tensão do dia-a-dia e até o batimento cardíaco da pessoa que o toca.
Os cardíacos hospitalizados no Centro Médico da Universidade da Califórnia , em Los Angeles, submeteram-se ao “animal assisted-therapy”, o tratamento coadjuvado pela presença de um cão. No Congresso Anual da Associação Americana de Cardiologia ( AHA) , realizado nos E.U.A , colaboradores da enfermaria clínica , relataram que a presença de cães entre pessoas normaliza a pressão nos que estão sadios e reduz a pressão em hipertensos, tornando as pessoas felizes, calmas e fazem com que se sintam mais amadas.
A expectativa de vida do cão varia conforme o tratamento que recebem. Eles necessitam de vermifugação, vacinação e de uma alimentação adequada. O animal quando é abandonado, sofre com igual intensidade tanto a fome e a sede, quanto a dor da rejeição. Mas , basta um afago, um pouco de comida e um abrigo seguro, para que ele comece demonstrar toda a sua gratidão.
Numa recente pesquisa na região metropolitana de São Paulo por pesquisadores de quatro universidades, a média de vida dos cães que vivem em São Paulo é de três anos , sendo que a sobrevivência média é de 9,9 anos nos E.U.A e de 11 anos na Inglaterra. Após as doenças infecciosas, apareceram os tumores ( 13,28%), os acidentes com traumatismo (13,08%) . Morreram de velhice apenas 5,57%.
Independente de ter ou não uma raça definida, os animais conseguem propiciar ao dono uma melhora na qualidade de vida, e isto precisa ser divulgado em campanhas educativas em colégios, associações comunitárias e de bairros, igrejas, etc...estimulando a população a realizar a posse responsável. Felizes, os que fazem do amor incondicional a sua filosofia de vida.
Fonte: Vininha F. Carvalho - diretora da Del Valle Editoria
Cães: Melhor amigo do homem não precisa de exageros
Do Diário do Grande ABC
A chihuahua mimada, estrela do filme Perdido pra Cachorro, em cartaz nos cinemas, é um pouco exagerada, mas foi inspirada em muitos cachorrinhos que são tratados como gente.
Os donos estão cada vez mais apaixonados por seus animais de estimação e não percebem que, muitas vezes, exageram na dose de atenção.
O próprio diretor do filme, Raja Gosnell, diz que se inspirou na relação homem-cachorro para o roteiro. "Chloe vive de acordo com a ideia de que tem essa vida porque merece e aquele é seu lugar. Não tem noção de sua origem", fala.
Quem transformou Chloe, mesmo sem querer, em cachorro mimado foi sua dona, Vivian. Afin
NÃO É GENTE! - Mas, para a especialista em comportamento animal, Rubia Burnier, é preciso deixar claro que cachorro não é e nunca vai ser gente. "O que é bom para os humanos, nem sempre é bom para eles. Felicidade é um conceito humano. O que importa para o bicho é ter conforto e viver bem."
O psicólogo da Unifesp, Murilo Batisti completa: "Hoje o pet é um integrante da família. Por um lado, favorece a troca de afeto, de carinho; por outro, facilita o isolamento. As pessoas estão deixando de viajar por causa do cachorro."
O dono precisa primeiro atender às necessidades básicas do animal, como alimentação adequada e higiene, cuidados médicos, como vacinas, e carinho, para depois se preocupar com o resto, segundo a veterinária Cleiser Kurashima."Não adianta deixar bonitinho e descuidar da saúde. Tem de respeitar a tolerância de cada raça."
Na opinião de Cleiser, apesar de muitos insistirem em tratá-lo como gente, o animal nunca perde o instinto. "Pode deixar de lado por não precisar usar mais (como Chloe que, no filme, esquece até de latir). É por isso que muitos ficam com medo e não sabem como agir quando encontram outro cachorro. E isso é mau." O correto é tratar bicho como bicho!
Como o bicho não sabe falar, cabe ao dono ficar sempre de olho nas reações para saber quais são os seus limites. Se ele se sente bem quando coloca roupinha, tudo bem vesti-lo. Se demonstrar irritação ou ficar parado como estátua, não tente de novo. Ele não gostou!
Outros luxos, como alisamento de pelo, tintura, unhas pintadas, devem ser mais bem avaliados, segundo os veterinários. Será que o desejo não é apenas do dono, já que o animal desconhece essas mordomias?
Mas atenção: se for usar algum produto químico, é preciso sempre seguir as instruções de especialistas e usar os específicos para animais . Nada de substâncias que servem aos humanos. Hoje, existem os mais variados produtos e muitos são criados pensando na saúde e longevidade dos pets, como protetor solar e pasta de dente.
Os homens também simpatizaram com os animais e passaram a aproveitá-los para realizar tarefas, como puxar trenós. As novas gerações foram nascendo cada vez mais dependentes e, por fim, os cães foram domesticados. Depois, passaram a ser símbolos de status na sociedade.
No século 2, os antigos romanos e chineses começaram a experimentar a seleção de espécies e criaram as raças (hoje, são mais de 400). Assim, podiam criar um cachorro para cada tipo de dono. Com isso, os animais ficaram menores, mais frágeis, menos bravos, mas ganharam mais doenças.
Agora, o chihuahua - raça de Chloe, a cadelinha do filme - é a queridinha da vez. Por ser a menor e a mais leve (varia de meio quilo a 3 quilos), cabe em todos os lugares. A fama da raça ficou ainda mais evidente depois que algumas celebridades, como Paris Hilton e Britney Spears, apareceram com seus cachorrinhos dentro de bolsas de grife e com coleiras cheias de brilhantes.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
A Importância da Castração

Ao contrário do que muita gente pensa, a esterilização de animais não é nenhuma “judiação”. É um ato de amor com seu bichinho. Além de ele não se reproduzir, gerando ainda mais animais num mundo que não comporta tantos (existem mais animais de rua do que pessoas querendo ter um companheiro de estimação), a cirurgia de castração evita que ele se exponha a diversas doenças. Com isso, evita-se também o câncer de próstata em machos e de mama, de ovário e útero em fêmeas. Assim seu bichinho pode viver muito mais a seu lado, e você fica com a consciência tranqüila por nunca ter sido responsável por gerar e abandonar mais animaizinhos pelas ruas.
Os animais castrados continuam sendo ótimos para guarda e companhia. O comportamento deles só fica mais calmo e sociável com os donos e com outros animais. Eles vão continuar tentando agradar a família e protegendo a casa, mas agora sem marcar território com a urina. E a castração ainda evita que os machos escapem para ir atrás de fêmeas no cio e se percam.
A castração evita ainda aborrecimento com machos invasores, barulho de fêmeas no cio e, principalmente, ninhadas indesejadas. O grande problema de filhotinhos, além dos gastos extras com comida e veterinário, é arrumar donos responsáveis para todos eles. Lembre-se que dificilmente nascerão menos de quatro filhotes por ninhada.
A importância da castração em números
- No Brasil, há um cachorro para cada sete humanos e 10% deste total é de animais abandonados.
- Os animais se reproduzem em progressão geométrica. Dessa forma, uma cadela não castrada e seus descendentes gerarão cerca de 64.000 filhotes em apenas sete anos;
- Quando falamos de gatos o número salta para 420.000 novos animais, pois cachorros se reproduzem a cada seis meses, enquanto gatos se reproduzem a cada três meses;
- Todos os dias cerca de 200 animais são entregues pelos próprios donos ou recolhidos pela carrocinha;
- O CCZ de São Paulo extermina mais de 20.000 animais sadios todos os anos.
A solução para esse problema pode resumir numa equação simples: posse responsável + castração
- Animais castrados ficam obesos: falso. O que leva os animais a engordarem é a vida sedentária e uma alimentação inadequada. É verdade que com a castração existem mudanças na constituição física dos animais, e eles podem ficar com mais apetite, mas isso não significa que eles ficarão obesos;
- Gatas podem entrar no cio em períodos menores do que um mês: verdadeiro. Para gatas, exista a possibilidade do que chamamos de cio induzido, causado pela presença de machos não castrados numa distância próxima (mesmo que não seja na mesma casa). Além disso, no verão, existem gatas que chegam a entrar no cio a cada 21 dias.
- A castração deixa o animal "bobo": falso. Após castrados os animais apresentam um comportamento mais tranqüilo, mas continuam brincando e se divertindo normalmente. O que acontece é que com a idade, normalmente, os animais diminuem seu grau de atividade e muitas pessoas erroneamente atribuem isso a castração;
- A castração mutila o animal e é uma prática muito cruel: falso. A castração é uma cirurgia simples, rápida e com pós-operatório tranqüilo. Em 24h o animal volta a estar ativo e assim que retira os pontos, eles voltam a levar uma vida completamente normal;
- Não pode castrar fêmeas antes do primeiro cio/primeira ninhada: falso. Os animais podem ser castrados a partir dos dois meses de vida sem que haja nenhum prejuízo a saúde deles. Aliás, quanto mais novo for o animal, mas rápida será a sua recuperação. O ideal é castrar o animal ANTES do primeiro cio;
- Castrando os machos eles deixam de fazer xixi pela casa: verdadeiro. Machos castrados antes da puberdade, ou seja, antes dos seis meses de vida, não chegam se quer a apresentar tal problema. Em animais adultos que já tenham o hábito de demarcar território, a castração também se mostra muito eficiente em ao menos diminuir consideravelmente esse problema;
- Gatos machos inteiros podem sentir uma fêmea no cio a quilômetros de distância: verdadeiro. Um gato macho, não castrado, pode sentir o cheiro de uma fêmea no cio num raio de 20km de distância!
- Castrar pode trazer problemas emocionais para os animais: falso. É justamente ao contrário. Castrando você evita, além de doenças físicas, também problemas comportamentais, como, por exemplo, a gravidez psicológica em fêmeas, um problema causado por cios freqüentes (uma cadela entra no cio de seis em seis meses e uma gata de três em três meses).
Fonte: Movimento dos Protetores Independentes


