Fundado em 20 de Outubro de 2008, na cidade de Vila Velha-ES, somos um grupo de amigos/protetores dos animais, que os amam de forma incondicional e, nos preocupamos com a preservação de suas vidas.


Sem fins lucrativos, trabalhamos voluntariamente na elaboração de eventos beneficentes e na sensibilização do ser humano em prol dos animais.

Não possuímos abrigo, nem fazemos resgates, apenas apoiamos e divulgamos protetores independetes e entidades voltadas para essa questão.



quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Mundo Animal

Aposentado alemão vivia com 1.700 periquitos 'para não se sentir sozinho', 17/12/2008

Periquitos viviam em gaiolas penduradas nas paredes do apartamento.
Vizinhos reclamavam do excesso de barulho provocado pelas aves.

Um aposentado alemão de 60 anos vivia com cerca de 1.700 periquitos em seu apartamento de dois quartos, em Berlim, "para não se sentir sozinho", informou na quarta-feira (17) o serviço veterinário da capital alemã.

As aves estão sendo retiradas do apartamento por causa das queixas dos vizinhos, que reclamavam do excesso de barulho. Os periquitos viviam em gaiolas penduradas nas paredes do apartamento de 62 m², cujo piso estava coberto de excremento.

"Jamais havia visto algo parecido", disse o vereador Martin Matz. "Em todo caso, ele vai ter que se mudar, já que seu apartamento não está em condições de ser habitado", acrescentou.

Cerca de mil periquitos foram retirados na terça-feira e 300 nesta quarta-feira. Os outros 400 serão retirados nos próximos dias.

Após adquirir o primeiro pássaro, o aposentado foi comprando outros com o objetivo de não se sentir sozinho, mas as aves se multiplicaram e ele perdeu o controle, segundo os vizinhos.

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Hotéis para animais estão lotados em SP, 27/12/2008

Reservas só para depois de 5 de janeiro.
Donos deixam seus bichos para viajar no réveillon.

Para garantir uma viagem tranqüila no réveillon, donos de cães e gatos deixam seus bichinhos de estimação em hotéis especializados de São Paulo. Só que as pessoas que deixaram para a última hora precisaram de paciência até encontrar uma vaga, pois as hospedagens estão lotadas. Reservas agora só depois de 5 de janeiro.

É uma despedida sofrida, emocionada. "É, realmente, são férias para a gente descansar, mas vai dar saudade", diz a médica Cláudia Lopes, que vai se separar da cadela Laila por uma semana.

Normalmente, Cláudia leva a cachorrinha em suas viagens. Como este ano passará o feriado em um cruzeiro, teve de se separar do animal. “Sempre que a gente vai para uma casa, uma coisa assim, a gente leva. Mas vamos fazer um cruzeiro e não tem jeito de levar no navio”, explica a médica.

Laila dá uma olhada e percebe que vai ficar muito bem instalada. O hotel tem atendimento personalizado e uma vaga nessa época do ano é disputadíssima. A diária do hotel, que só aceita reservas para depois do dia 5 de janeiro, custa R$ 50.

Na parte de cima, o clima muda. Música clássica e ambiente mais tranqüilo. É ali que ficam os gatos. “Eles não dormem à noite, então, o que a gente faz? Colocamos uma musiquinha clássica para que eles tenham uma forma de distração. De manhã, pelo contrário, eles estão dormindo. Então, a gente deixa o ambiente um pouquinho mais escuro para que eles possam dar uma relaxada, já que ficaram a noite toda acordados”, diz uma funcionária do hotel.

Na varanda

Em outro hotel para animais em São Paulo, são 74 chalés individuais. Cada hóspede tem seu espaço, seus brinquedos e suas manias. “Todo o dia o pessoal do hotel vem arrumar o cobertozinho do Willy, mas todo dia ele deixa exatamente de outra forma. É do jeito que ele gosta né?”, conta o tratador do estabelecimento.

De acordo com ele, Willy sempre puxa o cobertor para a varandinha porque gosta de dormir fora da casinha. Fica vendo o movimento do lado de fora.
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Galinhas vivas em obras de arte provocam protestos, 02/01/2009

Além da atenção do público, uma artista que usa galinhas vivas em suas obras de arte conseguiu atrair a atenção também da promotoria e de entidades de proteção de animais.

Desde que chegou a este museu de Fortaleza a obra feita de galinhas tem causado estranheza.

"Me choquei porque eu nunca tinha visto se fazer nenhum tipo de arte com animal vivo. Parece essas peruas, essas mulheres peruas, que pintam os cabelos de várias cores e tal", diz Vera Mascarenhas, professora.

A artista mineira, que só trabalha com animais vivos, pretende levar à reflexão.

"Você retransforma uma forma de ver as galinhas e elas mesmas se modificam no comportamento no galinheiro", diz Laura Lima, artista plástica.

Plumas e penas de outras aves foram colocadas nas galinhas como na técnica de "mega hair", usada pelas pessoas que querem aumentar os cabelos. A entidade de proteção aos animais protestou.

"Tudo que é contra a natureza faz mal ao animal e prejudica e incomoda e dói porque “mega hair” foi feito para ser humano, não foi feito para colocar em aves", diz Geuza Leitão, presidente da União Internacional Protetora dos Animais.

"Isso aí é uma cola de silicone que você pega a pena e cola na ponta da pena. Então, o animal não sofre, absolutamente nada e a cola de silicone não tem toxina nenhuma”, diz José Guedes, diretor de museu.

Entre o público, opiniões divididas.

"Apesar de eu ter gostado do visual, aí, agredindo as galinhas, eu já não acho tão bacana também não", diz Marina Bueno do Carmo, nutricionista.

"Se não está machucando elas, acho que não tem problema", diz Marissol França Sousa, contadora.

A discussão foi parar no Ministério Público: a União Internacional Protetora dos Animais entrou com uma representação pedindo a retirada do galinheiro do museu e que as galinhas sejam devolvidas para os locais de origem ou para o Ibama, se isso não for possível.

Enquanto o destino das galinhas não é definido, tem gente achando que elas estão até seguras aqui.

"Elas aí vão passar mais uns dias sem ir para a panela”, diz Jânio de Brito, comerciante.

A exposição vai até fevereiro - pelo menos até lá essas galinhas estão salvas da panela.

Acesse o vídeo com a matéria acima.

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Bares em SP atraem clientes permitindo presença de animais, 03/01/2009

Folha Online

Uma das estratégias de bares e restaurantes de São Paulo para atrair a clientela é permitir a presença de animais no estabelecimento. Mesmo que os cães fiquem em mesas localizadas na parte externa do local, os clientes já podem tomar sua cerveja ao lado de seu melhor amigo.
Veja, neste videocast, a opinião das pessoas sobre os "novos frequentadores" dos bares e um dono de restaurante fala como adaptou o local para os fregueses que levam seus bichos de estimação.
O chef e empresário Fernando Carneiro explica que só permite que os animais acompanhem os seus donos nas mesas localizadas na calçada, pois algumas pessoas reclamam da presença dos cachorros no interior do restaurante.
O empresário Alexandre Guimarães fala que mora em apartamento e levar sua mascote para encontrar seus amigos em um bar é uma forma de também aproveitar o passeio. "Dá pra unir o útil ao agradável", brinca.
Já o economista Marcelo Almeida diz que se tivesse um cachorro certamente não o levaria para um bar e procuraria fazer outros programas com o animal.

Veja seleção de locais onde o seu mascote é bem-vindo.
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Europa proíbe importação e exportação de peles de cães e gatos

Bruxelas, 5 jan. (EFE)

A União Européia proibiu, em 1º de janeiro deste ano, fabricação, importação, exportação e venda de artigos realizados com peles de gatos e cachorros em todo seu território, segundo informou hoje a Comissão Européia (CE).

Em nota oficial, a comissária de Saúde, Androulla Vassiliou, expressou sua satisfação pela entrada em vigor da medida, proposta por Bruxelas em novembro de 2006.

A proibição, aprovada pelo Parlamento Europeu e pelos Estados-membros em 2007, entrou em vigor o em 1º de janeiro após se encerrar o período de transição estabelecido para que todos os países a adotassem em seus territórios.

"Os consumidores europeus podem estar seguros de que já não correm o risco de comprar, sem estarem conscientes disso, produtos que contenham peles de cachorros e gatos", assinalou hoje Vassiliou.

A proibição estende aos 27 países-membros as restrições que já estavam em vigor em diversos deles, com o objetivo de acabar com a venda na Europa de roupas, acessórios e, inclusive, brinquedos fabricados com peles desses animais e que procedem principalmente da China.

A aparição no passado de peles de cachorros e gatos em diversos artigos à venda na UE provocou a chegada de dezenas de milhares de reclamações à Comissão e ao Parlamento Europeu que pediam uma proibição, segundo lembrou hoje a CE.

A nova regra obriga as autoridades nacionais a iniciar métodos eficazes de controle capazes de diferenciar as peles de gatos e cachorros das de outros animais.

Além disso, exige aos importadores e comerciantes que garantam que os artigos comercializados não contêm peles de gato ou cachorro e estabelece que aqueles que não acatem a proibição e sejam descobertos tenham seus produtos bloqueados nas alfândegas e sofram as punições previstas para este tipo de fraude nas legislações nacionais.
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Morre, aos 18 anos, Willie, o gato da família Bush, 05/01/2009

France Presse, em Washington

A primeira-dama dos Estados Unidos, Laura Bush, anunciou nesta segunda-feira a morte do gato da família, mais conhecido como Willie, aos 18 anos, idade avançada para um felino doméstico.
"O presidente, a senhora Bush, Barbara e Jenna (suas filhas) anunciam com tristeza a morte de seu gato India, ou Willie. O shorthair americano de pelagem negra morreu neste domingo (4), em sua residência, na Casa Branca", informou a porta-voz de Laura Bush, Sally McDonough, em um comunicado.
Quando Barbara tinha nove anos, ela deu ao gato o nome de India por causa do ex-jogador de baseball do Texas Ranger, Ruben Sierra, que era chamado de El Indio. Quando Barbara e Jenna se mudaram para fazer faculdade, India, chamado carinhosamente de Kitty pela família, ficou na Casa Branca com o presidente George Bush e sua esposa.
Willie fazia parte do grupo de animais domésticos criados pelos Bush durante sua estadia na Casa Branca, ao lado do casal de cachorros Barney e Miss Beazley, da raça scotish terrier.
Em janeiro, a residência presidencial americana pode receber um novo bichinho de estimação. A família Obama está considerando ter um cão da raça poodle. O vice-presidente eleito, Joe Biden, tem um cachorro da raça pastor alemão, Champ.
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"Astro" de novela, touro Bandido morre vítima de câncer de pele
, 05/01/2009

Não houve peão que tenha conseguido se manter por oito segundos no lombo de Bandido. Em seus primeiros rodeios, sua "agressividade" fazia os montadores sorteados desistirem da peleja.


Touro Bandido morreu em Barretos, vítima de câncer de pele e com cerca de 600 kg, bem longe dos 1.100 kg que já chegou a ostentar

Touro Bandido morreu em Barretos, vítima de câncer de pele e com cerca de 600 kg, bem longe dos 1.100 kg que já chegou a ostentar

"Foi quando criamos os desafios contra o Bandido", diz Paulo Emílio de Azevedo Pereira, dono do touro que morreu ontem, aos 15 anos, vítima de câncer de pele.
Com cerca de 600 kg, bem longe dos 1.100 kg que chegou a ostentar, o animal foi sepultado no Memorial do Peão, em Barretos, com a presença de 200 pessoas.
Bandido, que "atuou" na novela "América" (2005), da Rede Globo, deve ganhar um monumento em sua homenagem no local do túmulo.
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Inovação em parque de "bacana", porta-cocô some em dias úteis, 06/01/2009

Parque Buenos Aires só dá sacos nos sábados e domingos.
Frequentadores reclamam que precisam de saquinhos todos os dias. Porta-saco doado por pet shop permite que as pessoas retirem o material para recolher a sujeira do seu animal. Os rolos de sacos também são fornecidos pela loja.

Um aparelho que oferece sacos plásticos de graça para coletar fezes de animais aos donos de cães que frequentam o Parque Buenos Aires, em Higienópolis, bairro nobre da região central de São Paulo, virou motivo de
polêmica.

Os proprietários dos chachorros
deixaram de receber os 'porta-cocôs' para recolher a sujeira de seus animais de estimação durante a semana.

Um porta-saco que ficava perto da entrada do parque foi recolhido há cerca de 15 dias e agora só é posto no local nos finais de semana. Funcionários do parque dizem que a administração tomou a medida porque algumas pessoas estavam abusando do benefício e levando vários sacos para casa.

O porta-saco foi doado, há cerca de seis meses, por um pet shop local que também fornece os sacos. Como o gasto do material aumentou nos últimos meses, segundo os funcionários, a loja disse que não poderia arcar com a demanda e a administração decidiu restringir o uso e só deixar o dispositivo disponível aos sábados e domingos. “Tinha gente que fazia um rolo com a mão para pegar muitos sacos”, comentou um funcionário do parque que não quis se identificar.

A farmacêutica Alice Foz, de 51 anos, só não ficou sem saco para recolher a sujeira de sua beagle Penélope, de 6 anos, na segunda-feira (5) porque havia pego dois sacos quando visitou o parque no domingo (4). “Teria que ter [sacos] todo dia porque não sabemos quantas vezes o cachorro vai precisar”, diz ela, que afirma costumar levar consigo sacos de casa para passear com a cadela. “As vezes a gente precisa de mais saco até para recolher as fezes de outros animais que os donos não recolhem”, conta.

Outra usuária do parque, a dona-de-casa Malu Marques, de 54 anos, diz já ter visto pessoas sem cachorros pegando diversos sacos plásticos no parque. “Tem gente, como os adestradores de cães, que pegam muitos porque precisam, mas tem gente que pega na malandragem, sem nem ter cachorro”, afirmou ela, que costuma passear no local com seu dachshund Lippe, de 3 anos e meio.

As duas frequentadoras acham que, se há uso indevido, os seguranças do parque deveriam evitar o problema abordando quem pega muitos sacos desnecessariamente.

Os seguranças dizem que repreendem quem faz isso, mas não têm como impedir. “A gente fala, mas as pessoas respondem com grosseria. Alguns diziam que se estava ali era para gastar”, comenta um segurança que não quis se identificar. Segundo ele, os funcionários usam o bom senso e dão sacos plásticos para os usuários que não os levam durante a semana.

De acordo com estimativas da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, responsável pelo parque, cerca de 1.200 pessoas frequentam o local diariamente de segunda a sexta-feira. No sábado e no domingo o número mais que dobra e fica em 2.500 usuários em cada dia. A secretaria não tem estimativas do número de cães que costumam ser levados ao local, mas, segundo funcionários, nos fins de semana são mais de mil.

O G1 questionou a secretaria sobre a informação dada pelos funcionários, mas a pasta não havia respondido até o horário de publicação dessa reportagem. O pet shop que doou o porta-saco também foi procurado e informou que não poderia falar porque a dona da loja está de férias.
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Mula salva mulher de incêndio nos EUA
, 07/01/2009


Jolene Solomon, de 63 anos, mora sozinha em uma fazenda.
Ela chamou bombeiros, mas casa ficou totalmente destruída.

Jolene Solomon, de 63 anos, credita à sua mula Lou o fato de ainda estar viva. Ela disse à imprensa de McMinnville, no estado de Tennessee (EUA), que o animal chamou sua atenção sobre o incêndio que destruiu a casa em que morava.

De acordo com Jolene, no dia 1º de janeiro, logo após a ceia de Ano Novo, Lou começou a relinchar, o que chamou sua atenção. Quando saiu para ver o que estava acontecendo, ela viu que a casa estava pegando fogo.

Jolene ainda chamou os bombeiros, mas eles pouco puderam fazer, e a residência ficou totalmente destruída. Ela disse que seu pai havia comprado anos atrás a mula Lou para ajudá-la nos trabalhos na fazenda.

Jolene, que mora sozinha na fazenda, disse que perdeu tudo, mas lembrou que só está viva por causa da mula. Ela afirmou que pretende morar com familiares enquanto tenta reconstruir a residência.
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Carteiros de SP lançam campanha contra ataques de cães, 07/01/2009

Em 2008, cerca de 180 entregadores de carta foram atacados. Eles pedem que as caixas de correio tenham abertura voltada para a rua
.

Dizer que o cachorro é o melhor amigo do homem não vale, ao menos, para profissões como carteiros. Eles sofrem constantes ataques, o que dificulta as entregas. No ano passado, cerca de 180 carteiros foram atacados por cães na Grande São Paulo e na Baixada Santista, segundo os Correios.

Para mudar isso, os entregadores de carta lançaram uma campanha para conscientizar moradores a instalar caixas de correspondência adequadas a esse tipo de situação.

Na campanha, os Correios orientam sobre as medidas ideais. A caixinha deve estar, no mínimo, a um 1,20 m do chão e com uma abertura de virada para a rua. Assim, o carteiro não precisa colocar o braço pra dentro do portão.

Os moradores, que têm os cachorros como animal de estimação e guardião da casa, reclamam. Alguns dizem que as caixas de correio viraram alvo de vândalos. Sem nenhum motivo, eles estariam usando materiais inflamáveis e até bombinhas para destruir as caixinhas.
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ONG protesta com bonecas infláveis na Tailândia
, 08/01/2009

PETA pediu fim de supostos maus-tratos a frangos pelo KFC.
Rede de fast-food nega acusação.

Do G1, com AFP

Ativistas do PETA (ONG que defende o tratamento ético de animais) mostram bonecas infláveis durante protesto em frente a ao KFC em Bangcoc, na Tailândia, nesta quinta-feira (8). Eles pedem que a cadeia de fast-food melhore as condições em que são mantidos os animais nas fábricas e matadouros de seus fornecedores. O KFL, em seu site, nega que os animais sejam maltratados.

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Argentina: Felinos aqueceram e alimentaram menino de 1 ano de idade, 08/01/2009

Fonte: Correio da Manhã (reproduzido em www.anda.jor.br)

Um menino argentino de um ano sobreviveu durante vários dias sozinho na rua graças a um grupo de gatos, que o manteve quente e lhe trouxe comida.
A incrível história – a fazer lembrar a do pequeno Mowgli, personagem principal do ‘Livro da Selva’, da Disney – aconteceu na localidade argentina de Misiones. Ao que tudo indica, o menino, de apenas um ano, vivia na rua com o pai, um sem-abrigo, mas teria se perdido dele.
Sozinho, valeram-lhe oito gatos vadios, que lhe trouxeram comida e o mantiveram quente com os próprios corpos, evitando que morresse de frio nas noites geladas que passou na rua.

O menino foi encontrado na passada quarta-feira por uma policial, que estranhou ver um grupo de gatos amontoados em redor de um objeto – era a criança, que dormia serenamente aquecida pelo calor dos corpos dos felinos. Os médicos dizem que o pequeno está bem de saúde, e que só sobreviveu devido à ajuda dos gatos.
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"Animais em Circo" é tema de Seminário na OAB, em SP - 09/01/2009

O uso de animais em espetáculos circenses será debatido no seminário "Animais em Circo: aspectos éticos e jurídicos", promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil, seção SP, e pela revista Pensata Animal (www.pensataanimal.net).
O evento ocorre no momento em que se intensificam as iniciativas pelo fim das exibições de animais nos picadeiros, devido aos danos e à violência a que estes são submetidos, inerentes à atividade itinerante dos circos. Os exemplos são a privação de seus habitats de origem, os treinamentos contínuos e forçosos por meio de espancamentos, mutilações e aplicação de choques elétricos, privação de alimento, confinamento com correntes e em jaulas minúsculas. Estas e outras situações tem sido freqüentemente registradas por ativistas e órgãos jornalísticos.
A manifestação "Lugar de animal não é no circo", promovida pelos grupos Veddas e Holocausto Animal, levou neste domingo centenas de ativistas e simpatizantes à av. Paulista, em São Paulo.
Na internet, um abaixo-assinado (www.petitiononline.com/plcircos) já conta com mais de 25.000 assinaturas e pede a aprovação do substitutivo do Projeto de Lei nº 7291/06 (www.camara.gov.br/sileg/MostrarIntegra.asp?CodTeor=544529), que tramita na Câmara Federal e que prevê a proibirão do uso de animais por circos em todo o país. Cinco estados (Paraíba, Pernambuco, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul) e dezenas de cidades (entre elas Florianópolis, Campo Grande, Campinas, Guarulhos e Blumenau) já proíbem as apresentações.

Expositores

O encontro na OAB SP contará com a presença da ativista Nina Rosa Jacob, produtora de vídeos e livros pela valorização da vida animal, que falará sobre o tema "Circos sem animais: uma jornada pela liberdade".
O advogado Daniel Braga Lourenço, autor do livro "Direito dos animais: fundamentação e novas perspectivas" e diretor jurídico do Instituto Abolicionista Animal, explanará sobre os "Fundamentos do Direito dos animais".
Renata de Freitas Martins, advogada e uma das principais autoridades no país sobre a questão, com atuação na elaboração de leis e proposição de ações judiciais contra maus-tratos, terá como título de sua exposição "Animais em circo: prática jurídica e legislativa". Entre outros assuntos, abordará o Projeto de Lei nº 7291/06.
O promotor de justiça Laerte Fernando Levai, que teve texto citado no último vestibular da Unicamp em que propõe a criação de uma promotoria especializada em Defesa Animal, fará sua exposição sob o título "Circos com animais: a natureza subjugada".
O seminário ocorre no próximo dia 11 de dezembro, quinta-feira, a partir das 19h, na sede da OAB SP, Praça da Sé, 385, 1° andar, São Paulo/SP. A inscrição pode ser feita em http://www2.oabsp.org.br/asp/cultura/cultura04.asp?vagas=5312#top e confirmada mediante a entrega, no dia do evento, de 1 kg de alimento não perecível ou 2 kg de ração para cães ou gatos. As pessoas que não puderem levar os produtos poderão adquirir no local um vale-ração. Os alimentos serão entregues a entidades assistenciais, a ração a organizações de defesa animal.
O evento conta com o apoio da Escola Superior do Ministério Público de SP, do Instituto "O Direito por um Planeta Verde" e da ANDA - Agência de Notícias de Direitos Animais.

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Programas sobre animais de estimação proliferam na TV paga, 09/01/2009

BRUNA BITTENCOURT
Colaboração para a Folha de S.Paulo

Abordando desde a forma física ao comportamento problemático, uma série de programas estrangeiros dedicado aos animais de estimação ganhou espaço na TV paga brasileira.
Diferentemente das produções que abordam os animais com olhar científico, essas atrações concentram-se na vida dos bichos dentro de casa e na relação com seus donos. Cães são os protagonistas mais frequentes dos programas, que mostram gatos e outros bichos como coadjuvantes.
"O Encantador de Cães" (Animal Planet), espécie de "SuperNanny" para cães, traz o especialista em comportamento canino Cesar Millan, que reeduca cães problemáticos_de um dog alemão com fobia de pisos brilhantes a um bulldog excessivamente carinhoso. O especialista diz se conectar com a mente dos ani­mais, o que explica o nome do programa.
A adestradora Victoria Stilwell também reabilita cães desobedientes em "Ou Eu ou o Cachorro", exibido pelo GNT, que concentra outros quatro programas sobre o tema.
"É a identificação com seus bichos de estimação que faz as pessoas assistirem a esses programas", diz Christianne Marques, gerente de programação do GNT. Em setembro, o canal estreou sua primeira produção nacional sobre bichos, "Pet.Doc", que traz histórias
sobre a relação entre animais e seus donos.
Outra atração do GNT, "Magnetismo Animal" também se vale de histórias de cumplicidade, como a do casal que cria répteis em casa e uma psicóloga que diz se comunicar telepaticamente com os cães para solucionar suas inquietações.
E nem os animais escaparam da febre de programas sobre alimentação saudável. Em "Como Deixar Seu Pet em Forma", uma veterinária e um treinador promovem uma transformação na vida de animais sedentários. Fitness animal também é o tema de "Meu Cão É Tão Gordo Quanto Eu", reality show no qual pares de cachorros competem para alcançar a melhor forma física.
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Cães e gatos correm mais risco de doenças no verão, 09/01/2009

REBECA DE MORAES
colaboração para a Folha Online

A pele de cachorros e gatos merece atenção especial no verão. O clima quente facilita a proliferação de micoses, pulgas e carrapatos que transmitem doenças aos animais, até mesmo aos que moram em apartamentos.
O hábito de se lamber o tempo todo deixa os gatos com menos riscos de ter pulgas ou carrapatos na pele. Entre os felinos são mais comuns as dermatofitoses, micoses que são adquiridas pelos gatos por meio de toalhas, cobertores e escovas.
Durante as altas temperaturas, são mais comuns entre os gatos micoses adquiridas por meio de toalhas, cobertores e escovas. Durante as altas temperaturas, são mais comuns entre os gatos micoses adquiridas por meio de toalhas, cobertores e escovas.

Segundo Camila Guernelli, veterinária que atende dermatologia na Pet Center Marginal, estas doenças podem ser evitadas com boa alimentação e secando bem o animal após o banho, sem deixá-lo úmido.
Pulgas e carrapatos aparecem mais no verão do que no resto do ano. E seu principal alvo são os cachorros. Até mesmo pernilongos são vilões para os caninos. As picadas deste tipo de inseto podem causar alergia.
"Os carrapatos transmitem a hemoparasitose, que causa anemia e a falta de alimentação do animal, enquanto as pulgas transmitem vermes, que aparecem como se fossem pequenas sementes nas fezes do bicho", explica a vaterinária.
Estes problemas podem ser evitados utilizando anti-pulgas a cada 30 dias, durante toda a vida do animal.

Problemas do Calor

O calor não causa pressão baixa apenas nos humanos, mas também em animais. Se o animal estiver abatido ou procurando constantemente por um lugar frio, é possível que ele esteja passando por este tipo de problema, que é mais comum entre os cachorros de menor porte, como os das raças lhasa apso, shitzu e yorkshire.
"Para evitar, o dono pode diminuir o tamanho do pelo no verão e deixar crescer para o inverno", afirma Camila.
Dores de ouvido são outra constante dos dias quentes, em que muitos donos aproveitam para dar banho em seus cães ou levá-los para um banho de mar. "Este inconveniente pode ser evitado tampando as orelhas do animal com bastante algodão", ensina a especialista.
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Fazendeiro adota boi como animal de estimação em MG, 14/01/2008

Tomate, com 200 quilos, passeia dentro da casa do dono.
O carinho de um fazendeiro com o boi Tomate contagiou toda a família.

Em uma fazenda de São Tiago (MG) um animal de estimação diferente chama a atenção.
Após sucesso com o boi, dono quer adestrar outros bichos.

O boi atende ao chamado das crianças e para ir atrás do dono, até abre porteiras. Apesar dos 200 quilos, como todo animal de estimação, Tomate também tem direito de entrar na casa da família. Em seguida, ele desce as escadas e segue direto para o curral.

Com 3 anos de idade, o boi atende a todos os comandos do fazendeiro Sebastião de Almeida e aprendeu a ficar de joelhos.

O adestramento começou quando Tomate tinha três meses. A tarefa requer dedicação, paciência e carinho. “Para mim, é o maior amigo que tenho”, diz Sebastião.

Segundo o filho do fazendeiro, Paulo César de Almeida, Tomate e o pai são mais que amigos. “Ele gosta do Tomate de coração”, diz Paulo.

Como o boi aprendeu bem as lições, Sebastião decidiu treinar outros bichos da fazenda. O novo aluno é o frango Dominguinho. E o próximo na lista é o cachorro.
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Leoa era mantida dentro de um canil no Rio

G1, 15/01/2009

Policiais federais foram ajudar o Ibama a retirar o animal do quintal de uma casa, que fica ao lado de uma creche.

A lei proíbe manter animais silvestres e da fauna exótica em cativeiro. O dono de uma casa no Rio de Janeiro não se preocupava com isso. Mantinha uma leoa de 12 anos num canil, filha de um casal de leões já falecidos. Um macaco fazia companhia a ela.
Denunciado, tentou impedir a entrada dos fiscais do IBAMA. A Polícia Federal foi chamada. A leoa, depois de sedada, e o macaco foram levados para um zoológico. Para o dono da casa restou uma multa de R$ 2.500.
Aliviadas ficaram as crianças vizinhas à casa. "Quando o leão está urrando, as crianças na creche ficam todas apavoradas", fala Maria da Graça Ferreira, analista ambiental do IBAMA.
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Programa no estilo CSI ajudará a investigar crimes contra animais

Miami, 15 jan (EFE)

A Universidade da Flórida e a Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade a Animais (ASPCA, em inglês) anunciaram hoje o primeiro programa de ciência forense veterinária dos Estados Unidos que ajudará a investigar crimes contra animais.

O programa poderia conduzir até 200 casos de crueldade animal nos dois primeiros anos e aumentaria dramaticamente o número de profissionais nessa área.

"Estamos transferindo nosso conhecimento da ciência forense a este novo campo dedicado a resolver crimes contra os animais", disse Bruce Goldberger, diretor do Centro de Medicina Legal William R. Maples da Universidade da Flórida, a UFA, no noroeste do estado.

Todos os anos, a ASPCA investiga mais de cinco mil casos de crueldade animal e detém ou emite intimações a mais de 300 pessoas e os crimes incluem negligência, abandono, brigas de cachorros e de galos, entre outros.

O programa parece com a famosa série de televisão "CSI", na qual peritos resolvem crimes através da análise de DNA, provas balísticas e outros recursos.

Os participantes receberão treinamento nas salas de aula da UFA e pela internet mediante a recém-formada Associação Internacional de Ciência Legal Veterinária.

A colaboração entre a universidade e a ASPCA começou há um ano quando as instituições organizaram uma conferência sobre o uso da medicina forense para investigar a crueldade animal.

Os organizadores do evento esperavam que assistissem só alguns especialistas, mas participaram cerca de 200 dos Estados Unidos e de nove países.

"Isso significa que os padrões de pesquisas e o uso da ciência para documentar o que aconteceu aos animais (vítimas da crueldade) são muito mais elevados do que há cinco anos", informou Randall Lockwood, vice-presidente dos serviços anticrueldade animal da ASPCA.

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