Fundado em 20 de Outubro de 2008, na cidade de Vila Velha-ES, somos um grupo de amigos/protetores dos animais, que os amam de forma incondicional e, nos preocupamos com a preservação de suas vidas.


Sem fins lucrativos, trabalhamos voluntariamente na elaboração de eventos beneficentes e na sensibilização do ser humano em prol dos animais.

Não possuímos abrigo, nem fazemos resgates, apenas apoiamos e divulgamos protetores independetes e entidades voltadas para essa questão.



quarta-feira, 27 de maio de 2009

As vantagens de adotar um animal adulto


Visite o blog ADOTE UM GATO ADULTO: www.adoteumgatoadulto.blogspot.com e conheça as vantagens de adotar um bichano adulto.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Guia de Consumo Responsável de Pescados

Todos os dias, dezenas de espécies de pescados (peixes, crustáceos e moluscos) são capturados para a alimentação humana e o comércio global. Em alguns casos, essa pesca acarreta danos ao meio ambiente ou esta levando essas espécies à sobrepesca e à extinção.
Sendo assim, a escolha consciente e responsável dos tipos de pescados que vamos consumir é o primeiro passo que podemos dar rumo a ações que visam combater a degradação de nosso planeta.

Para ajudar você a fazer essas escolhas, o Centro Universitário Monte Serrat (UNIMONTE) / ANIMA Educação preparou este guia de Consumo Responsável de Pescados, com uma lista dos tipos mais comumente consumidos, classificando-os em 4 (quatro) categorias que vão desde animais cujo consumo é livre, até outros que, são sugeridos impróprios para consumo.

Este guia foi confeccionado com base em diversas listas de espécies ameçadas, elaboradas por instituições nacionais e internacionais, tais como IBAMA/MMA, IUCN e Greenpeace.

Pense nisso. Ajude você também a salvar o planeta. Comece por mais esta pequena atitude!

Conheça melhor quais são as espécies enquadradas em cada categoria acessando o site da UNIMONTE: www.unimonte.br

Veterinária afirma que cães sentem frio e devem ser bem agasalhados


25/05/2009

O inverno nem chegou, mas as temperaturas já começaram a cair. Nesta época do ano, assim como os humanos, os cães também sofrem com o frio e, para que eles fiquem livres de doenças, é preciso tomar alguns cuidados especiais.

Segundo a médica veterinária Sirlei Manzan, até mesmo os cães mais peludos, como yorkshire, maltês e poodle sentem frio e precisam ser aquecidos. "Nesta época, não é aconselhável tosar o pelo animal. São indicadas somente tosas especiais para facilitar a utilização de roupas de frio", disse.

Confira abaixo uma lista de cuidados que devemos ter com os cães no inverno:

Os banhos devem ser dados em dias mais quentes e com água morna

Após o banho, os pelos devem ser secados com secador

Evitar tosar o animal, exceto se for uma tosa especial para facilitar o uso de roupas

O cão não deve dormir ao relento. Se o animal ainda não tem casinha, no inverno é fundamental comprar uma

Roupas para cães não são apenas luxo. Mesmo cães com pelagem longa, mas que não são adaptados a temperaturas mais baixas, devem usá-las

Verificar se o cartão de vacinação está em dia. No inverno, os cães estão mais sujeitos a doenças como a gripe e a cinomose

Passear com o cão nos horários mais quentes do dia

Aumentar a alimentação do animal em 20 a 30%

A veterinária também alerta que é importante que os cães sejam vacinados contra a gripe, porque nessa estação do ano estão sujeitos às doenças.

Os sintomas são bem parecidos com a gripe humana. "Eles tossem, espirram, dão febre e têm coriza. Muitos chegam a vomitar de tanto tossir. Nesses casos, o cachorro deve ser levado imediatamente ao veterinário para ser medicado e assim evitar que a gripe evolua para uma pneumonia", disse Sirlei.

Já existe no mercado uma vacina contra a gripe, que protege em até 80% o cão contra o vírus. "O cão que nunca vacinou contra a gripe receberá duas doses e aquele que já foi imunizado recebe uma dose única. A vacina é válida por um ano e custa de R$ 25 a R$ 30", afirmou.


Evento voltado ao público feminino ajudará animais em Porto Alegre (RS)

Há sete anos, a dona de casa Cláudia Mota, 40 anos, dedica quase todo seu tempo para cuidar de cães de rua. Todos os dias, fica das 11h às 20h no canil improvisado construído em um pátio da família, no bairro Cristal. A rotina é pesada. São 130 animais para dar comida e tratar. Todos foram encontrados nas ruas, a maior parte feridos, doentes ou muito velhos.

– Tem muitos cães que foram atropelados. Não consigo ver um animal agonizando de dor e não ajudar. E assim o número foi crescendo. Se eu dei chance para um, por que não vou dar chance para outro? – diz Cláudia, que recebe auxílio de um ajudante para cuidar da cachorrada.

Todo o material usado vem de recursos próprios e das ajudas dos amigos. Além dos 40 quilos diários de ração, gasta com medicamentos. No grupo, há animais cegos, surdos, amputados e com problemas cardíacos. As deficiências afastam os interessados em adotar.

– Geralmente, as pessoas querem os cachorros novinhos, bem de saúde. Quase ninguém pega os que estão todos quebrados – observa.

O trabalho incansável é anônimo. Cláudia nunca quis reportagem. Só aceitou contar sua história ao ZH Zona Sul em função do evento. Mas nem quer saber de fotografia. Prefere que a imagem mostrada seja dos seus cães.

– Faço isso por amor. O pouco que dou para eles é muito mais do que eles já tiveram – emociona-se.

PARTICIPE!

- O evento: 3ª Femme Chaise, evento com palestras, desfiles, jantar e distribuição de brindes para mulheres, além da abertura de exposição fotográfica A Dama e o Vagabundo, com personalidades fotografadas por Eduardo Liotti. Neste ano, ajudará cães de rua.

- Quando: dia 2 de junho, às 19h

- Onde: no Chairs Resto Lounge, na Rua Doutor Barcelos, 431, bairro Vila Assunção, Porto Alegre (RS)

- Quanto: R$ 70 (podem ser comprados diretamente no Chairs. Contato: 3392-0700)

- Como ajudar: Quem não for ao evento poderá ajudar por meio do site vakinha.uol.com.br. No blog femmechaise.blogspot.com, haverá um link para o site Vakinha


Manifestação em SP reivindicará mais segurança para os animais

Desde abril de 2008, muitos animais têm sido vítimas de envenenamento em alguns bairros da zona sul de São Paulo, capital. Para combater essa prática cruel e reivindicar uma segurança maior, a entidade de proteção aos animais "Cantinho Animal Ambiental" organizará uma manifestação no dia 07/06/2009, no bairro do Campo Belo - SP.

Para mais informações sobre o protesto e formas de apoio, o telefone de contato é o (11) 5049-0709, falar com Martha.

Voluntários de Piracicaba e região se mobilizam para doar alimentos para 500 cães


Sensibilizadas com a situação de risco dos 500 cães de um abrigo particular de Piracicaba, em SP, pessoas da cidade e da região começaram a mobilizar-se para doar ração, medicamentos, dinheiro e oferecer ajuda para auxiliar nos cuidados com os animais. Em contrapartida, outros abrigos também apresentaram suas necessidades e o dia foi agitado tanto para voluntários anônimos, como para os integrantes da SPPA (Sociedade Piracicabana de Proteção aos Animais).

Para Lúcia, a proprietária do abrigo dos 500 cães, o movimento social para ajudar aos seus animais é uma prova de amor e uma lição de vida para ela, que está tentando recuperar a empresa falida e dar continuidade ao trabalho de cuidar dos animais que já possui.

No último domingo (23), um grupo de voluntários retornou à chácara-abrigo para verificar a evolução do tratamento feito com os animais no final da semana passada.

COMO PARTICIPAR DO MULTIRÃO?

Muitos voluntários estão se mobilizando para continuar a receber doações e, possivelmente, auxiliar outros abrigos menores também. Os telefones dos voluntários para contato são: (19) 9275-1040 (Joceli), 8159-5319 (Marli), 3427-2399 (Mara), 3411-5490 (Miriam). O telefone da SPPA, que só funciona às terças e quintas à tarde, é 3432-2267.

POSTOS DE ARRECADAÇÃO:


  • Unisport: Rua Boa Morte, 1622, Centro
  • Agência de Modelos Newton Oliveira: Rua Luiz de Queiroz, 641, Centro (esq. rua 13 de Maio)
  • Centro Veterinário Morumbi: Rua Dr. Jorge Augusto da Silveira, 256, Morumbi
  • Clínica Veterinária Toca dos Bichos: Rua Dom Pedro I, 2097, Bairro Alto
  • Pet Shop Aukilate: Centro Comercial do Terras de Piracicaba (próximo ao Carrefour)

Fonte: Gazeta de Piracicaba

Boicote à Procter & Gamble

No último dia 16/05 foi comemorado o Dia Mundial de Boicote à Procter & Gamble (P&G, como é conhecida). É conhecida como uma das maiores fabricantes de produtos de limpeza e higiene pessoal do mundo. Embora a sigla P&G não seja tão conhecida, ela está por trás de marcas muito populares que se encontram nas prateleiras de qualquer supermercado.

Para oferecer tantos produtos, com suas fórmulas eternamente "novas", a P&G testa em animais. E muito. Boicote esses produtos não apenas hoje, mas sempre. Além dos testes em animais, eles são poluentes.

Prefira produtos orgânicos e éticos, pois é provável que as empresas competidoras da P&G também testem em animais.

Para ter uma idéia melhor da campanha e dos produtos a serem evitados, acompanhe a matéria no Lobo Repórter.

Para mais informações sobre produtos sem crueldade, visite o Sac Vagano.

Confira abaixo a lista de alguns produtos oferecidos pela P&G.


quinta-feira, 14 de maio de 2009

Campanha para Catinha - Abrigo da Serra


Quem puder contribuir com um depósito de qualquer valor, não se esqueça de confirmar o depósito através do e-mail: abrigoeliane@gmail.com
Por favor, envie o e-mail com o título:
AJUDA PARA A CATINHA!!!

Nossa Conta para Depósito:

Banco do Brasil
Lisia Melo
Ag: 3094-5
Conta Poupança: 130 196-9
Variação: 01

Desde já agradecemos e a Catinha também.
Equipe do Abrigo da Serra

Abandono NÃO rima com dono!


Mostra Fotográfica - Bicho de Rua

Bazar Beneficente - Cão sem Dono

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Exemplos de AMOR e SOLIDARIEDADE

A história de Sílvia e Marcos Pompeu que dedicam suas vidas a cuidar de animais (08/05/2009)

Eles nunca viveram na Savana africana. Tiveram sua natureza castrada pelos maus tratos dos tempos de circo, abandonados quando não serviam para o picadeiro. Os 13 leões e leoas que vivem num santuário ecológico em Cotia, região metropolitana de São Paulo, compartilham essa origem. Barú foi descartado ainda filhote e mantido por um guarda rodoviário a espera de um abrigo adequado. Seu companheiro Will não teve a mesma "sorte". Viveu 13 anos numa pequena gaiola, num circo no Rio de Janeiro, até ser resgatado e levado ao santuário, em 2006. Foi quando ele pode pisar na terra pela primeira vez na vida. Correu e rolou o corpo pela grama como um gatinho de estimação. Por um momento, deve ter se esquecido de que teve as garras arrancadas e os membros atrofiados pela vida em cativeiro. Para Silvia e Marcos Pompeu, idealizadores do Santuário Ecológico Rancho dos Gnomos, esses leões não perderam a majestade. Tornaram-se marca registrada da entidade. O rancho é um dos três mantenedores de fauna no país reconhecidos pelo Ibama aptos a receber esses grandes felinos. Mas eles não são os únicos moradores. Outros 370 animais, domésticos e silvestres, vivem nos 35 mil metros quadrados de área do santuário. Entre eles, bichos-preguiça, bugios, macacos-prego, veados, araras, jabutis, cães, gatos e até um tigre-de-bengala. O objetivo da entidade, organização não governamental desde 2000, é atender todo tipo de animal necessitado, de qualquer parte do país, dando apoio a instituições como o Ibama e a Polícia Ambiental. "Já chegamos a ter 2.500 animais", conta Marcos. A maior parte das ocorrências que chegam ao Rancho deve-se a tráfico e apreensão em residências, seguida de desmatamento e queimadas.


Silvia e Marcos Pompeu com duas preguiças e um bugio, hóspedes do Rancho dos Gnomos, em Cotia-SP. Assim como sua majestade, o leão Baru (à esquerda)

Silvia e Marcos não são ambientalistas por formação, mas dedicam a vida ao santuário ecológico. Uma dedicação que vai do café da manhã ao jantar e toma, muitas vezes, madrugadas de sono. Há 17 anos, o rancho também é a morada dos Pompeu, que fizeram do nome do local uma homenagem aos gnomos, figuras tidas como protetoras da natureza. Na verdade, a história de vida do casal nunca apontou para o caminho que segue hoje. Foi uma surpresa para a família, amigos e para eles próprios. Jovens urbanos, não tinham contato próximo com a natureza e nem sonhavam com uma aproximação. "Eu tinha alergia de tudo, de capim, da terra, do pernilongo, da muriçoca, da borboleta...", relembra Silvia, aos risos.


A veterinária Kelli Spitaletti cuida dos dentes e da boca da leoa Hera

O espaço que hoje é o rancho já foi o sítio da família de Silvia, que era usado como depósito para coisas velhas e sem uso. Depois de anos, em 1991, recém-casada, Silvia voltou ao antigo sítio apenas para abarrotá-lo com os últimos pertences do apartamento, para que pudesse se mudar com o marido para os Estados Unidos, onde sua família já vivia. Mas o que deveria ser uma despedida virou uma decisão para toda a vida. "Nós viemos trazer umas tralhas e acabamos ficando com elas", conta Silvia. Apesar do estranhamento diante do pedido da esposa para ficar, Marcos aceitou naquela noite - e por muitas outras. "Estava acontecendo uma transformação muito grande, mas ainda não conseguia identificar qual era", diz Silvia. Por dois anos, ela se "internou" no sítio, tempo que lhe permitiu descobrir como lidar com a terra e com os bichos. O ponto de partida foi uma cabra prenha que Marcos comprou. De uma, o casal passou a cuidar de 40 cabras. Vieram também cachorros abandonados ou feridos recolhidos na beira da Rodovia Raposo Tavares, que leva à região onde se localiza o rancho. A decisão de acolher os animais veio certeira depois que Silvia e Marcos participaram de um congresso no Memorial da América Latina, em São Paulo, e descobriram a realidade dos maus tratos contra animais. "Pensei: isso não existe, não é possível. Era um mundo que eu realmente desconhecia", relembra Silvia. A agitação do trabalho no sítio deu lugar a um sentimento de depressão. "Foi exatamente aí que nós decidimos fazer alguma coisa", conta ela.


Carreta-jaula mantida no Rancho em apoio às atividades educativas

Refeito o fôlego, o casal passou a buscar informação, ir a todos os congressos possíveis e não parou mais. A ligação de um amigo, da ONG Ipab - Instituto de Proteção aos Animais do Brasil, propôs mais um desafio. "Você pode receber uma leoa?", perguntou ele. Silvia sempre admirou os felinos, mas jamais imaginou cuidar de um deles. Foram três meses até que decidissem receber Tacha, como ela passou a se chamar assim que chegou ao rancho, em 1994. Ela tinha pouco menos de 11 meses e havia sido vendida por um circo a uma família que morava num sobrado no bairro da Aclimação, em São Paulo. A leoa cresceu mais do que seus donos imaginavam e decidiram doá-la a alguma instituição. Debilitada pela alimentação inadequada, Tacha viveu por mais três dias apenas. Bartô, o segundo leão a chegar, dois anos depois, conseguiu sobreviver e continua no rancho até hoje. Ele foi comprado ainda filhote por um fotógrafo que o utilizava para tirar fotos de crianças. Para isso, queria mantê-lo "criança" também o quanto pudesse, alimentando Bartô com apenas um copo de leite por dia, para retardar seu crescimento.

Esse foi só o começo. De lá para cá, acumularam-se histórias de chocar. A de Gaya é considerada símbolo de crueldade. Entre outras agressões sofridas, a leoa teve seus caninos serrados na base, o que lhe rendeu graves infecções, complicações de saúde e, por fim, a perda de duas de suas presas. Em 2003, duas leoas, Biná e Hera, e o leão Lupam foram apreendidos pela Polícia Ambiental. Estavam presos numa pequena e enferrujada carreta-jaula, abandonada em plena praça pública na cidade de Sumaré, SP. No mesmo ano, o órgão apreendeu outras duas leoas, Agna e Kiara, encontradas numa pequena gaiola com a porta soldada em Jundiaí, também em São Paulo. "Minha maior alegria foi poder desmanchar essas carretas", disse Marcos, apontando para a única que restou, para ser mostrada em atividades educativas.

Darshan, o último leão a dar entrada no rancho, em 2006, foi doado a um frigorífico em Cariacica, ES, em troca de pedaços de carne. Desativado, o local continuou servindo de morada para o leão por 13 anos. Hoje, Darshan é o maior felino do rancho. Seus 300 quilos contrastam com a leveza com que caminha para atender carinhosamente ao chamado de Marcos. Sua boa forma, assim como a dos outros leões e do tigre-de-bengala, é mantida com uma média de seis quilos de carne por dia. A verba para manutenção vem da parceria com uma empresa, de "sócios" do rancho - qualquer pessoa que queira colaborar mensalmente com um valor fixo - e de doações eventuais. Mas essas fontes cobrem apenas 40% dos gastos totais, que incluem o pagamento de 14 funcionários. O restante se acumula até que se consiga um novo parceiro. "É um milagre diário", diz Silvia.

Por conta da limitação dos recursos, neste ano foi necessário frear o ritmo daquilo que Marcos considera o "coração do rancho": as atividades de educação ambiental. Eles recebem grupos de crianças de todo o Brasil para conscientizá-las sobre maus tratos contra animais. "São as três horas que nós temos para mudar a realidade de fora. É a nossa chance", ressalta Silvia. No futuro, o casal pretende ampliar esse trabalho. "Queremos transformar o Rancho num grande laboratório de como é possível viver em harmonia com outros seres, sem degradar, de maneira simples, reciclando o que você consome, respeitando outras formas de vida", diz Silvia. Em suma, um laboratório do bem.

Fonte: Texto Aline Moraes

Fotos Fernanda Bernardino (Globo Rural)

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Outro exemplo de solidariedade é o da professora que salva animais maltratados...

"Temos bichos mancos, cegos, caolhos, inválidos e alguns até foram violentados. Chegam em estado de desnutrição, feridos, queimados, apunhalados, com tiros", afirmou a professora.

A pedagoga explicou que a instituição abriga exemplares que foram abandonados pelos donos, encontrados nas ruas e resgatados de circos em que eram maltratados em cativeiro. "Neste momento tenho 800 animais, mas muitos outros passaram por nossas mãos, já que nem sempre sobrevivem", contou.

Entre os habitantes ilustres de Vila Lorena, estão cinco tigres, quatro leões, dez jaguarés, dez pumas, gatos-do-mato, jaguatiricas e águias.


Crime Ambiental

Segundo Ana Julia Torres, a história mais cruel é a de um macaco-aranha que vivia com um alcoólatra antes de morrer. "Cada vez que o homem chegava em casa, enchia o animal de chutes até o dia em que a polícia encontrou no chão uma poça de sangue e pelos. Choramos de raiva ao ver a cena", lembrou.

O macaco perdeu um olho e os dentes com os pontapés, mas veterinários conseguiram salvá-lo na época. A violência deixou sequelas no primata, que escondia a cabeça entre os membros no canto da jaula quando escutava os passos de alguém.


Natureza agradece

Os animais parecem querer retribuir o carinho dado pela professora em suas andanças pelo centro de preservação, que já salvou vários da morte e prolongou o tempo de vida de muitos outros. "Tinha um elefante caolho que, quando me enxergava com o olho bom, vinha me abraçar com a tromba", relembra. Mesmo caso acontece com os leões, pois basta Torres se aproximar das jaulas para os exemplares ficarem em pé para abraçá-la e lambê-la.

Fonte: Terra


ABANDONO

www.wecare4animals.blogspot.com

Quem ama... cuida!

Receitas de leite para filhotes órfãos

RECEITA DE LEITE PARA BEBÊS PELUDOS ORFÃOS...

01 copo de 250 ml de leite integral (usei o de caixinha, de boa qualidade, que não precisava ferver)
1/2 copo de água filtrada misturada com 01 colher de sobremesa de Maizena (levar ao fogo, deixando cozinhar uns minutinhos após a fervura)
01 folha de gelatina branca sem sabor
01 colher de sobremesa de creme de leite de lata
01 colher de sobremesa de mel
01 gema de ovo crua (esperar a água de Maizena amornar para misturar a gema, para que ela não cozinhe)
05 ml de complexo vitamínico (Clusivol)

Bater tudo no liquidificador e guardar em geladeira por até 24 horas. Amornar ao dar para os filhotes.
Você pode duplicar ou triplicar a receita.

Considerando uma gema para o dobro da receita (500 ml de leite).
Não fica muito forte. Dá certo!

Vira-Lata: esperto, fiel e carinhoso

Eles não estão à venda, não possuem pedigree nem sequer têm uma raça definida. Popularmente conhecidos como vira-latas, esses cães desprezados por muitos ganharam espaço em muitas famílias de Uberlândia e, hoje, adotar um cãozinho abandonado é mais que uma boa ação: é a certeza de ter por perto um fiel companheiro.

A comerciante Inez Cristina Bueno possui três cachorros, sendo dois Yorkshires e outro sem raça definida (SRD). Entre eles, a comerciante não tem dúvida em afirmar que a vira-lata Titi é a mais fiel e carinhosa. “O vira-lata é um cão muito carente e grato. De alguma forma, ele sempre tenta recompensar seu dono por tê-lo tirado das ruas”, disse.

A cadelinha Titi está na casa de Inez há três anos. Foi encontrada em uma caixa com uma ninhada de filhotes. Titi estava fraca e precisando de cuidados. “Minha intenção era ficar com ela por no máximo um mês. Consegui doar todos os seus filhotes, mas não tive coragem de devolvê-la para a rua. Ela é uma cadelinha que não dá nenhum trabalho”, afirmou Inez, que sempre leva no carro um saco de ração para alimentar os cães de rua. Apaixonada por animais, Inez já perdeu as contas de quantos vira-latas salvou. “Eu nasci assim, não posso ver um cão abandonado que dou logo um jeito de cuidar dele”, disse.

Associação em Uberlândia precisa de ajuda

13 anos, a Associação de Proteção Animal (APA) realiza um trabalho com cães abandonados encontrados debilitados ou que foram atropelados. O presidente da Associação, Inácio Dimas,explica que a entidade não tem condições de ajudar mais animais, pois sobrevive unicamente da doação da comunidade.

“Não recebemos nenhum apoio da Prefeitura ou de empresas particulares, por isso priorizamos animais que chegam aqui com algum problema de saúde”, disse.

A APA possui hoje 260 cães e 150 gatos, todos disponíveis para doação. Eles vivem em uma chácara na cidade que está sendo reformada para melhorar a qualidade de vida dos animais.

“No momento estamos precisando muito de doação de materiais para construção, como cimento, cascalho e brita”, disse o presidente da APA, que também precisa de ração, remédios e mão-de-obra. “Quem quiser realizar um trabalho voluntário nos fins de semana para nos ajudar será bem-vindo.”

Os interessados em ajudar a APA ou em adotar um cãozinho devem ligar para (34) 9909-1588/ 9991-6336/ 9928-6912. Os responsáveis pela associação buscam a doação em qualquer lugar de Uberlândia.

Professor tem 42 cães em sua casa

O professor Hamilton Rocha leva uma vida dedicada aos cães. Ele diz que sempre gostou dos animais e há 15 anos conseguiu colocar em prática seu sonho de tirá-los da rua.

“Desde que fiquei independente dedico parte da minha renda aos cães. Graças a Deus nunca deixei de ajudar um e se eu vir na rua um cão abandonado e não ajudá-lo, eu nem durmo direito”, afirmou.

Ele considera uma missão cuidar de cachorros e tem hoje em sua residência 42 cães e gasta cerca de R$ 800 por mês com os bichos. O professor é também um dos voluntários da Associação de Proteção Animal (APA). “Fico sem pagar minhas contas para não deixar faltar comida para eles. Sei que esse tipo de coisa não tem explicação, mas para mim isso é uma coisa que vem de Deus”, disse.

Ter uma atitude como a do professor Hamilton não é nada fácil. Muitas pessoas que amam os animais deixam de recolher um cachorro na rua por não ter condições financeiras para cuidar dele. Principalmente se ele estiver machucado.

Na cidade não existe um hospital veterinário que atenda gratuitamente animais doentes ou machucados. E para piorar a situação, quase não existem veterinários que façam um trabalho voluntário”, afirmou a publicitária Camila Souza.

Ela disse que a última vez que pegou um cão na rua gastou cerca de R$ 250 com despesas na clínica, entre consulta, banho, vermifugação e vacinas. “Se a classe de médicos veterinários se conscientizasse desse importante trabalho poderíamos salvar muito mais cãezinhos. O cachorrinho que peguei na rua foi castrado e hoje vive muito feliz em uma família que o recebeu”, disse Camila.

O Centro de Controle de Zoonoses de Uberlândia não possui um programa de recolhimento dos animais na rua, que funciona por meio da solicitação da população nem mesmo um programa de controle da população canina, por meio da castração.

“Os cães saudáveis são encaminhados para adoção e os que possuem alguma doença infectocontagiosa são eutanasiados”, afirmou o coordenador do Centro de Controle de Zoonoses de Uberlândia, Adalberto Pajuaba Neto.

Sobre o vira-lata

* Eles podem não ter a beleza de um cão de raça, mas quem tem um vira-lata em casa afirma que eles são mais espertos e simpáticos do que qualquer cão de raça com pedigree

* O vira-lata é resultado de cruzamentos aleatórios entre cães sem raça definida (SRD)

* A maioria deles possui pelo curto e cores variadas

* Mesmo sem comprovação científica, muitas pessoas ainda afirmam que o vira-lata é um cão mais resistente às doenças do que os cães de raça

* Os SRD são espertos e fáceis de serem adestrados

* Ao encontrar um cãozinho na rua pense duas vezes antes de deixá-lo ali. Procure um médico veterinário para orientar sobre os primeiros cuidados e adote um!

Fonte: Correio de Uberlândia


terça-feira, 12 de maio de 2009

CASTRAÇÃO







Uma gata não castrada, seu companheiro e toda sua cria, produzem 2 ninhadas por ano, com 2,8 gatinhos sobreviventes por ninhada, totaliza em:
(Click nas imagens para melhor visualização)


domingo, 3 de maio de 2009

SPAY Brasil - Projeto McKee

O Projeto McKee (McKee Project), é uma ONG sem fins lucrativos que tem como principal objetivo oferecer uma melhor qualidade de vida à todos os animais resgatados por eles.

Original dos Estados Unidos, conta com fundações na Costa Rica e no Panama.

Acreditam que a eutanásia não é a melhor forma para acabar com o sofrimento de um animal, assim como, mantê-los em abrigos não resolve a superpopulação de animais carentes.

O Projeto McKee desenvolve um trabalho de ensinar veterinários locais, governamentais e de universidades, técnicas avançadas de castração (sendo assim mais seguro para os animais e reduzir o número populacional de animais carentes, bem como orientar as respectivas comunidades de que a castração é a melhor forma para esse problema, ao invés do método convencional, que é tido como solução eficaz, a eutanásia.

Os animais nunca terão uma vida melhor enquanto a população não estiver consciente a respeito do ato da castração e não estiver também envolvida.

As experiências transmitidas através de membros envolvidos no projeto, dando as ferramentas ideais, podem fazer com que as comunidades (envolvidas) revertam o ciclo de sofrimento desses animais.

O trabalho tem tido a participação de uma de nossas amigas (protetora), a Elke - que tem nos apoiado, divulgando o nosso trabalho lá pra fora. Através dela, tivemos conhecimento sobre esse incrível projeto e quem sabe podemos batalhar para trazê-lo para o Brasil, pois segundo estatísticas já confirmadas, o Brasil é o país com o maior número populacional de animais carentes.

Anne McKee faleceu em 1997 após participar de uma passeata em prol dos animais, em Los Angeles, Califórnia.

"Os humanos são muito cruéis uns com os outros. Não posso mudar isso. Mas posso fazer a diferença pelos animais."

(Anne Mckee)


Saiba mais sobre o Projeto McKee, acesse: www.mckeeproject.org


Crimes Iguais - Vítimas Diferentes

O mundo clama por JUSTIÇA!
Até quando?


Produto em Putrefacção


sábado, 2 de maio de 2009

Manifesto pela VIDA

Aconteceu no último dia 29, um manifesto pelas condições nas quais são submetidos os animais que vivem nos Centros de Controle de Zoonoses - CCZ.

CCZ: Essa história tem que mudar!

Faça você também a diferença. Dê a sua voz por àqueles que clama por amor, justiça e paz!

Visite: www.manifesta.kit.net



Animais para Adoção

Conscientize-se!

De quem é a culpa?

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Rifa para ajudar aos Cães e Gatos da Pedreira