Fundado em 20 de Outubro de 2008, na cidade de Vila Velha-ES, somos um grupo de amigos/protetores dos animais, que os amam de forma incondicional e, nos preocupamos com a preservação de suas vidas.


Sem fins lucrativos, trabalhamos voluntariamente na elaboração de eventos beneficentes e na sensibilização do ser humano em prol dos animais.

Não possuímos abrigo, nem fazemos resgates, apenas apoiamos e divulgamos protetores independetes e entidades voltadas para essa questão.



quinta-feira, 27 de novembro de 2008

O RESPEITÁVEL PÚBLICO NÃO QUER MAIS ANIMAIS EM CIRCOS!


23/11/2008



A utilização de animais em espetáculos em circos, além de ilegal e inconstitucional, também é imoral. É o que aponta a advogada Renata de Freitas Martins, que aborda a questão enfocando as diversas peculiaridades dessa situação e clamando pela breve aprovação dos termos atuais do PL federal n.º 7291/06, bem como do PL estadual baiano n.º 16.957/07.

N E W S


Mundo Animal

Cadela volta a enxergar com córnea de plástico (12 de maio de 2008)

Dixie, uma cadela de sete anos, da raça Mountain Cur, na cidade de Runnells, no Estado de Iowa, voltou a enxergar após receber uma córnea de plástico com uma cirurgia inédita nos Estados Unidos. O animal estava menos ativo desde que começou a perder a visão, mas agora está de volta a seu ritmo normal de vida.


"Ela costumava caminhar logo atrás de mim quando saíamos pra passear. Ela não podia ver e estava assustada", disse sua dona, Brett Williams, segundo o site LiveScience. "Agora ela quer correr à frente."

Dixie recebeu o primeiro implante de córnea veterinário da América do Norte, e um dos raros já realizados no mundo. Durante a cirurgia, a professora-assistente do centro veterinário da Universidade do Estado de Iowa, Sinisa Grozdanic, removeu a córnea danificada e a substituiu por uma sintética e permanente.

Em transplantes de córneas de outros cachorros, freqüentemente o corpo de receptor rejeita a córnea. Já a sintética, elaborada pela companhia alemã Acrivet, não contém material biológico e, por isso, tem menor chance de rejeição.

"Nós estamos contentes por Dixie", disse Sinisa. "Ela foi nossa paciente por um longo tempo e nada parecia funcionar para ela. Ela estava gradualmente perdendo a visão e finalmente conseguimos fazer algo que melhoraria definitivamente sua qualidade de vida".

(Redação Terra)

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Luana Piovani dá voz a internautas sobre polêmica de maus tratos a animais (11/11/2008)

Atriz publicou comentários de fãs que apoiaram sua crítica no 'Domingão do Faustão'

Luana Piovani preferiu se esquivar da (nova) polêmica. Dessa vez, a coisa gira em torno do comentário que atriz fez sobre os maus tratos aos animais de circo durante o último “Domingão do Faustão”, quando foi jurada do “Circo do Faustão”.

No lugar de se pronunciar sobre a defesa que o ator Caio Castro fez sobre o uso dos bichinhos, a atriz preferiu colocar em seus dois blogs comentários de internautas apoiando sua defesa.

“Luana, gostaria de parabenizar sua crítica quanto aos maus tratos sofridos pelos animais dentro dos circos. Foi totalmente imprudente a apresentação e os comentários dos outros participantes que são tão ignorantes que não conseguem entender a complexidade do assunto”, escreveu um deles. ____________________________________________________________________

VESTIBULAR DA UNICAMP PROPÕE REFLEXÃO SOBRE RELAÇÃO DO HOMEM COM OS ANIMAIS
(17/11/2008)

Neste domingo, os candidatos tiveram que desenvolver redação sobre o tema "O homem e os animais". Um trecho do artigo Promotoria de Defesa Animal, de Laerte Fernando Levai, publicado no site Sentiens / Pensata Animal, foi texto de referência.
Leia em http://www.pensataanimal.net
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Cão sobrevivente fica dentro de pára-choque após colisão a 110 km/h
(Folha Online - 17/11/2008)

Se os gatos têm sete vidas, quantas têm os cães? Este aqui, da Itália, deve ter mais de uma.
O cachorro sobreviveu a um impacto de 110 km/h. Ele atravessou uma rua em Cozze pela qual passava Marco Menozzi, informa o jornal "Daily Mail".
Inusitadamente, o animal foi parar dentro do pára-choque do Peugeot 207, logo abaixo do capô.

Reprodução
Cão de aproximadamente um ano de idade ficou preso dentro do pára-choque do carro após impacto a 110 km/h
Cão de aproximadamente um ano de idade ficou preso dentro do pára-choque do carro após impacto a 110 km/h

O motorista só notou que sua vítima havia pegado uma "carona" quando parou o carro, 24 quilômetros depois.
O cão quebrou uma perna e teve outros ferimentos de menor gravidade.
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Lixo humano ameaça animais em parque natural da África
(France Presse, em Gaborone - Botsuana - 17/11/2008)

Os elefantes e outros animais do parque de Kasan, uma das reservas naturais mais importantes da África, em Botsuana, estão ameaçados pelo descarregamento de lixo humano em seu habitat. Essa região é famosa por concentrar a maior população de paquidermes do planeta, com 120 mil exemplares.
"Mais de 150 animais morreram depois de comer desse lixo", disse Thunya Sedododma, um dos funcionários do parque, o segundo maior de Botsuana. Os ecologistas encontram plástico nos excrementos dos animais, principalmente dos elefantes.
Apesar das denúncias, as autoridades locais decidiram instalar um segundo lixão na mesma zona.
"Vamos construir um segundo depósito de lixo no mesmo lugar para limitar a utilização dos terrenos para esse fim", declarou o secretário do conselho municipal, Isau Mbanga.
As autoridades alegam que tomarão medidas para que o novo lixão não cause os mesmos efeitos nocivos à fauna local. Segundo eles, os animais da reserva serão mantidos afastados desse segundo depósito, que será cercado até ter máquinas para compactar o lixo, resolvendo assim os problemas de espaço e poluição.
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Dono usa taco de beisebol para libertar gato de carrocinha nos EUA
(Associated Press, em Dallas - 20/11/2008)

A polícia de Dallas (Texas) está procurando um homem tão apaixonado por animais que, em um impulso para libertar seu gato da carrocinha, ameaçou os funcionários do local com um taco de beisebol em punho.
O gerente do abrigo de animais da cidade, Kent Robertson, afirma que o homem encontrou seu gato cinza, que estava perdido, e ficou nervoso quando soube que teria de pagar US$ 132 para liberá-lo.
Autoridades afirmam que ele retornou ao local em um outro dia, colocou o bichano na caixa de transporte sem pagar a taxa e ameaçou os funcionários com o bastão.
Ninguém saiu ferido.
A polícia afirma ter pistas do homem, mas não divulgou detalhes.
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Gata dá à luz a filhote com duas faces
(20/11/2008)


Um veterinário do oeste da Austrália recebeu mais do que esperava quando a gata ao qual estava ajudando no trabalho de parto deu à luz a um filhote com duas faces.

O veterinário George Huber e a enfermeira Louisa Burgess tiveram uma surpresa e tanto quando o esquisito felino cinza e branco nasceu na Clínica Veterinária Swan, na cidade de Perth. De acordo com o site Timesonline, a mãe havia sido levada até o local por enfrentar complicações durante o parto.
O recém-nascido, que cabe na palma da mão, é um dos três filhotes daquela ninhada. Os irmãos, no entanto, não apresentam nenhuma deformidade.
A enfermeira, que trabalha na área há 12 anos, afirmou nunca ter visto um gato com duas faces. "Eu já vi gatos com dois rabos, patas extras, mas nunca havia visto isso", disse ela a um site local.
O filhote come com apenas uma das bocas, devido a um problema no palato. Mas ambas as bocas miam ao mesmo tempo.
Apesar da deformidade, Burgess explicou que o recém-nascido parece ser saudável. "Ele tem o estômago todo formado e sobreviveu à noite, então isto é um bom sinal. Ele parece satisfeito, mia e ronrona".
Os donos do gato, que preferem não se identificar, disseram que pretendem ficar com seu bicho de estimação e pensam em chamá-lo de "Mr Men" ou "Quasi Modo".
Apenas um gato em um milhão nascem com duas cabeças. A deformidade é mais comum em outras espécies, especialmente cobras e tartarugas. ____________________________________________________________________

Morte de dono leva papagaio a tomar anti-depressivo (21/11/2008)

Um papagaio-cinza tem sido medicado com antidepressivo depois que o seu proprietário morreu na Inglaterra, há nove meses, informa o The Sun. De acordo com o jornal, Glum Fred estaria deprimido com a perda do seu dono, o britânico George Dance.O animal passou a arrancar as penas do pescoço e a balançar a cabeça para cima e para baixo, sintomas possíveis de trauma psíquico.

Especialistas acreditam que Glum Fred entrou em profunda depressão e não consegue entender os motivos do desaparecimento de George, que o cuidou desde filhote. Segundo veterinários, as aves tropicais são muito emotivas.

"Ele está neste estado desde que o meu marido morreu. Fred e George eram muito próximos", afirmou a viúva, Helen, ao The Sun. No entanto, o animal apresentou uma melhora depois que começou a tomar duas doses diárias de antidepressivo líquido.

(Redação Terra)

domingo, 23 de novembro de 2008

Cães e catadores de papel mostram companheirismo nas ruas de SP

17/11/2008 - 16h46

THAÍS FONSECA
Da Redação

Fernando Cavalcanti/ UOL

José Antônio Horácio posa para foto com a filhote Bolinha e seus outros cães
José Antônio Horácio posa para foto com a filhote Bolinha e seus outros cães

José Antônio Horácio posa para foto com a filhote Bolinha e seus outros cães

Rodeada de papéis velhos e tábuas, Bolinha dorme tranquilamente sob o Viaduto do Glicério, reduto de trabalho de catadores de papel no centro de São Paulo. A filhote, uma vira-lata de poucos meses de vida, é um dos cães que circulam no local, em meio aos sacos de lixo que chegam e que são separados manualmente para reciclagem.

À vontade no cenário, os cães são mais que observadores do trabalho já que costumam, em muitos casos, acompanhar os catadores de lixo nas "andanças" pela cidade. Além de guardar a carroça, acabam desenvolvendo uma relação profunda de amizade com o catador e, não raro, são mencionados como membros da família, como no caso de Bolinha. "Minha vida sou eu e meus cãezinhos", diz José Antônio Horácio, o dono, que cria mais cinco."Comigo, somos em sete cães", brinca.

Catador de papel e morador de rua há quase vinte anos, Horácio adotou há cerca de quinze Princesa, uma cadela que encontrou por acaso. Depois dela, mais cães abandonados cruzaram seu caminho e ganharam nomes como Cartuxo, Pelé e a Bolinha, última a ser adotada. São eles que dormem ao redor da moradia improvisada sob o viaduto e que o avisam da presença de estranhos, sejam eles humanos ou, o mais comum, outros animais, como ratos e insetos. "Eles matam tudo", diz o dono, orgulhoso.

A escolha de montar sua "cabana", diz ele, foi influenciada pelos próprios cães, já que muitos albergues da cidade não aceitam a entrada de animais. Sem coragem de deixá-los sozinhos e pouco habituado aos horários impostos, decidiu morar na rua com os companheiros que, garante, são vacinados e bem alimentados. "O meu trabalho é para comprar comida para mim e para os meus cachorros", diz, apontando o macarrão amontoado sobre uma folha de jornal, colocado para os cães.

Fernando Cavalcanti/UOL
Luis Felício abraça Neguinha
Fernando Cavalcanti/ UOL
Leni Alves de Souza, esposa do catador de papel Renildo, abraça Leão

O resultado da dedicação de Horácio é retribuída: eles o seguem por toda a parte e parecem a todo momento querer brincar com o dono. "É só eu pegar a carroça que eles me acompanham", diz, explicando que todos ficam soltos, com exceção de Bolinha que, por ora, é levada na carroça.

A companhia pelas ruas também faz parte da vida de Leão, vira-lata de média estatura que costuma acompanhar Renildo dos Santos, embora algumas vezes, por cansaço ou distração, ele volte para casa antes da hora. Em outras, Leão perde a saída de Renildo mas, profundo conhecedor do trajeto do dono, consegue encontrá-lo no meio do caminho. "Quando eu quero encontrar meu marido pergunto ao Leão", conta Leni Alves de Souza, esposa do catador.

Embora se mostre manso com estranhos, os donos o consideram um bom cão de guarda, capaz de vigiar a carroça, responsável pelo "ganha pão". "Ele pode não morder a pessoa, mas reconhece a carroça e vai atrás", diz Renildo, confiante das habilidades do cão. O cansaço por causa da idade e o senso de localização de Leão evitam que ele próprio seja roubado, o que pode acontecer no local. "Algumas pessoas roubam cães para vender", diz Renildo, que afirma já ter tido um de seus cães roubados certa vez.

Além dos "acompanhantes", há ainda os que aguardam em casa a volta dos donos. É o caso de Luís Felício, catador de papel e morador de rua (sob o viaduto) há vinte anos, que cuida de Neguinha, uma poodle preta. Com ela no colo, o catador explica que deixa a cadela em casa quando vai trabalhar. O problema, diz ele, é que além da idade avançada, ela é cheia de manha. "Quando vai comigo só quer colo". Com carícias e beijos em Neguinha, ele elogia incansavelmente a beleza da cachorra. "Uma vez uma madame me perguntou quanto eu queria para vendê-la". A resposta, diz ele, não foi muito educada. "A Neguinha não tem preço, onde eu for vou levá-la comigo", afirma.

Próximo à moradia de Felício, Laudison da Silva também aparece para mostrar suas filhotes, Natasha e Sofia, que brincam sobre o colchão do dono. Uma delas, mesmo pequena, tem defeito em uma das patas, causado por atropelamento, o que não impede que siga o dono com frequência. Ao falar sobre a considerável quantidade de cães que vivem no local, Laudison diz não se admirar. "O cão é o melhor amigo do homem: não fala mal de você e estão sempre ao seu lado, em qualquer situação", filosofa.

Cão policial aposentado ganha rodas para andar

Max ganhou uma carroça especial com rodas que impede uma artrite de atrapalhar sua movimentação

O cão farejador da polícia britânica Max ajudou a colocar muitos bandidos atrás das grades nos seus anos de serviço. Mas o excesso de atividade e uma predisposição genética fizeram com que o cão policial desenvolvesse artrite e hoje ele precisa de ajuda até para andar.

Até pouco tempo atrás, a opção seria sacrificar o cachorro, mas Max acabou ganhando uma carroça feita sob encomenda que o ajuda a se movimentar.

Sem as rodas, o cachorro não pode nem ficar de pé por muito tempo. Com elas, ele encara qualquer terreno ao lado dos novos donos, dois inspetores da polícia. Um deles, Mike Ashwin, afirma que o mecanismo com rodas deu a Max uma boa qualidade de vida e que ele agora está feliz.

A inspetora Anne Higgins diz que o cachorro teve um papel importante para a prisão de traficantes de drogas, então é justo que a instituição dê a ele uma aposentadoria tranqüila no sul da Inglaterra.

Fonte: BBC Brasil

Ainda senador, Obama fez campanha pela adoção de animais


Presidente eleito posou com o cachorro Baby para livro em 2005.
Hoje, ele procura um cão para levar à Casa Branca em janeiro de 2009.

O então senador Barack Obama e hoje presidente eleito dos EUA Barack Obama posa em 2005 com Baby, um cãozinho de três patas, em uma campanha pró-adoção de animais. A foto está no livro 'A rare breed of love', (Uma rara espécie de amor), de Jana Kohl, no qual Obama e outras celebridades americanas posam ao lado de cãezinhos para adoção. Baby nasceu em uma 'fábrica de filhotes' (que cria os animais em gaiolas e de maneira considerada desumana). Segundo a autora, Obama teria prometido que, quando tivesse um cão de estimação, iria escolhê-lo em um abrigo para dar o exemplo.

Donos implantam microchip em animais adultos para facilitar identificação


Aparelho mede entre 1 cm e 3 cm e guarda principais informações do pet.
Para implantar o aparelho, dono paga entre R$ 50 e R$ 100.

A obrigatoriedade do implante de microchips em filhotes vendidos em pet shops de São Paulo e em cidades do interior tem despertado o interesse dos donos de animais já adultos, que estão colocando o equipamento em seus mascotes, apesar de não terem a obrigação de “chipar” os animais.

A nova moda entre os donos de pets é feita como forma de precaução, pois, caso o animal fuja ou se perca, o chip pode ajudar a recuperar informações sobre ele, como o nome do dono e telefone, ficando mais fácil localizar o dono.

O aposentado Antônio Fini, de 59 anos, resolveu colocar um microchip no seu labrador Toddy na sexta-feira (7), após conversa com o veterinário. “É que nem seguro de carro: a gente faz para garantir a tranqüilidade, mas não quer precisar dele nunca”, compara.

O preço do implantes não é lá muito convidativo, varia entre R$ 50 e R$ 100, mas, para Fini, é um investimento que vale a pena. "Dá mais esperança de encontrá-lo, caso ele fuja", justifica.

O uso do chip é comum nos Estados Unidos e já garantiu a felicidade de muitos donos que reencontraram os seus mascotes perdidos. É o caso do maltês Max, que fugiu de casa nos EUA em outubro e foi identificado dias depois a mais de 1.900 km de distância. A identificação veio graças ao microchip que o cachorro tinha implantado no corpo.

Segundo a veterinária Valéria Pires, gestora clinica do grupo Pet Center Marginal, o número de animais adultos com chip poderia ser bem maior em São Paulo, no entanto, muitos donos não sabem sequer da existência do equipamento. “Quando o cliente vem para dar a vacina no animal, por exemplo, nós comentamos sobre o microchip, e ele acaba pedindo para implantar como prevenção”, conta a veterinária.

Para que o animal fujão e com microchip seja localizado, é necessário que ele seja submetido a um equipamento de leitura do chip. O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de São Paulo possui leitores, mas afirma nunca ter registrado nenhum caso de animal abandonado portando um microchip. Por outro lado, os animais recolhidos da rua pelo órgão são “microchipados” no momento da entrega para adoção.

Como funciona?

Segundo o veterinário Gustavo Mantovani , da empresa D4Microchip, o pequeno chip eletrônico vem encapsulado em um cilindro de vidro biocompatível, ou seja, feito para não provocar estranhamento ao organismo. “É o mesmo vidro usado em marca-passos”, compara.

Esse aparelhinho minúsculo – entre 1 cm e 3 cm – ganha um número único e inalterável ainda durante a fabricação. “O chip é um dispositivo passivo e só é ‘ativado’ quando uma leitora é aproximada do animal para verificação do número. A comunicação é feita através de radiofreqüência”, explica Mantovani.

Quando um animal “chipado” desaparece, orienta Mantovani, o proprietário deve entrar em contato com o veterinário responsável pela implantação do aparelho e também acionar a empresa fornecedora do microchip. A vantagem é que não há o risco de o microchip se perder pelo corpo do animal, garantem os veterinários, nem parar de funcionar. Também não são necessárias manutenções nem qualquer tipo de recarga.

Não só em cães e gatos o microchip pode ser colocado. Segundo Mantovani, é possível colocar o chip em peixes, aves, ratos, morcegos e até em cobras, além de cavalos e bois. O aparelho é aplicado na região do pescoço, geralmente do lado esquerdo.

Desvantagem

Uma vez que o veterinário coloca o microchip no animal, ele deve cadastrar o proprietário em um banco de dados, onde devem constar várias informações sobre o dono e o mascote, como nome, endereço e telefones para contato. O problema é que esse banco de dados não é unificado em todo o Brasil e cada empresa que vende o aparelho tem o seu cadastro próprio.

“No Brasil, por exemplo, temos duas grandes redes de banco de dados. O dono precisa, então, se cadastrar nas duas para facilitar a localização do animal”, orienta a veterinária Valéria Pires. Uma vez cadastrado, o animal “chipado” pode ser identificado em qualquer lugar do mundo onde existir uma leitora. “Pelo menos a leitura segue um padrão internacional”, complementa Valéria.

Outro problema é que nem todas as clínicas veterinárias possuem o equipamento de leitura. Mantovani calcula que, em São Paulo, aproximadamente 80 clínicas disponham do aparelho, além dos centros de controle de zoonoses de casa município onde a “microchipagem” é obrigatória.

Apesar de ser útil, alguns donos de animais acreditam que o aparelhinho está longe de atingir a perfeição, pois ainda falta a localização por satélite. “Teve a dona de um gato que me perguntou se o microchip tinha GPS. Os donos iriam adorar, se existisse isso”, conta a veterinária, aos risos.

Serviço:
Pet Center Marginal, tel.: (11) 2797-7400
D4Microchip, tel.: (19) 3461-6161

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Pit bull... para quem ainda quer o fim da raça!!!!

Para refletir!!!!!!!

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Samantha Ronson ridiculariza PETA por ataque de farinha a Lindsay Lohan

Em resposta ao acontecido com sua namorada, Lindsay Lohan, a DJ Samantha Ronson diz que seu cachorro é mais civilizado que a ativista.

Samantha Ronson defende Lindsay Lohan

Mexeu com Lindsay Lohan, mexeu com a namorada dela. Samantha Ronson publicou, em sua página no MySpace, uma nota de repúdio ao ataque de farinha sofrido por Lohan, que usava um casaco de peles, no útlimo sábado, 15.

"O PETA deveria focar seus esforços em educar as pessoas (...) A menina que jogou (a farinha) agiu ela mesma como um animal. É um insulto para os animais colocá-la no mesmo nível que eles. Meu cachorro é de longe muito mais civilizado que esta pessoa. (...) Lindsay, Mary Kate, Ashley Olsen, Anna Wintour e outras celebridades atacadas não são o problema. (...) Na verdade, PETA deveria agradecer a elas. Se não fosse por elas, quem iria colocá-lo (o PETA) na mídia?".

Sam Ronson termina a nota dizendo que muitas famílias poderiam ter se alimentado com a farinha desperdiçada em Lindsay e que o pedido de desculpa do PETA no blog da organização veio tarde demais.

Raivosa, não? Pobre estúpida humana...

Ativista joga farinha em Lindsay Lohan


Defensor dos animais protestou contra casacos de pele da cantora
(15/11/2008)

Lindsay Lohan ganhou um saco de farinha na cabeça em Paris

Um ativista a favor dos animais jogou um saco cheio de farinha na cabeça da atriz/cantora Lindsay Lohan, enquanto a loura entrava na sala VIP de uma boate em Paris na noite desta sexta-feira, 14. O PETA publicou em seu blog a informação, e ainda disse que Lindsay irritou os amantes de animais ao aparecer com dois casacos de pele recentemente.

Não ficou claro se Lindsay usava ou não um casaco de pele na ocasião, porém, a cantora já recebeu vários puxões de orelha de instituições que brigam pelos direitos dos animais.

"Lindsay Lohan pode não se importar com imagens de animais pelados vivos para fazer casacos de pele, mas certamente esse saco de farinha vai fazer com que ela pense antes de usar um casaco de pele", disse o porta-voz do PETA na Europa, Robbie LeBlanc.



Lindsay Lohan e atacada por ativista do PETA

Confira o video em que um(a) ativista do PETA ataca farinha na atriz/cantora Lindsay Lohan, em protesto, por ela aderir ao uso de casacos de pele (tipico de celebridades e madames).
Infelizmente, nos do GRAPPA n~ao estavamos presentes no dia e no local, para alem da farinha, tambem atacarmos ovos podres entre outras coisinhas +

domingo, 16 de novembro de 2008

Campanha: MILAGREIROS


Clique na imagem para visualizá-la


Campanha: Protetores do ES


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quarta-feira, 12 de novembro de 2008

AGORA É LEI!

Clique na imagem para ampliá-la.


terça-feira, 11 de novembro de 2008

Doações para o almoço GRAPPA



segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Lei 4.726 proíbe a entrada de circo com animais na cidade de Vila Velha, ES

Clique na imagem para ampliá-la.

Quem são os Milagreiros???

Segue abaixo, um pouco da história dos Milagreiros. Uma família abençoada e com um grande objetivo... salvar vidas!!!!!!

Milagreiros é uma familia de protetores de iniciativa independente que conta com mais de 60 animais entre cachorros e gatos abrigados em sua própria casa. Inicialmente, utiliza recursos próprios. Entretanto, os recursos já têm sido escassos há algum tempo.
Milagreiros lançou então a campanha de apadrinhamento e conta com apenas 03 madrinhas (SP, PR e RJ) que colaboram sistematicamente com uma quantia em dinheiro depositada mensalmente na conta: CAIXA ou Lotericas Ag 0173 conta 013 - 163103-2 (Lucineias Luchi). Eventualmente, em casos de emergência, recebe colaboração de amigos protetores independentes e ligados a SOPAES.
Divulga adoção de animais sob sua guarda e de outros protetores.
Tudo começou com acolhimento despretencioso de animais abandonados e violentados pelo ser desumano. A fama de apaixonados pelos animais se espalhou. Muitos animais foram colocados a nossa porta por doadores anônimos. Em sua maioria, vinham mutilados e doentes, sob sol escaldante ou chuva torrencial.
Sem a consciencia sobre controle de natalidade, a familia foi crescendo. E animais adoecem, qdo já nao chegam doentes. E os recursos foram ficando escassos gradativamente. Então, já não dáva-mos conta de cuidar com recursos próprios de tantos animaizinhos.
Lançamos mão, então da internet pra pedir ajuda. Qual não foi nossa surpresa! Já tinha um montão de gente fazendo a mesma coisa. Assim batizamos nossa família de Milagreiros. Já que, cuidando de tantos animaizinhos com recursos póprios, estáva-mos realmente fazendo milagres.

Lucinéias Luchi
Milagreiros

domingo, 9 de novembro de 2008

ESCLARECIMENTO!

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Au-Aumoço "massa" do GRAPPA


P A R T I C I P E!

'Sopa dos Pobres' para cães


Alemanha, Berlim.

Desempregados e sem-abrigo já têm onde alimentar os seus animais

31 Outubro 2008

A crise afeta a todos, até aos animais de estimação.

A pensar nos sem-abrigo e nos desempregados que têm cada vez maiores dificuldades em alimentar os seus animais, abriu esta semana em Berlim uma "sopa dos pobres" exclusivamente para cães, com o intuito de lhes providenciarem refeições gratuitas.

Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=338886

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Petição OnLine: Circo Legal NÃO Tem Animal


Você ainda pode fazer alguma coisa... o pouco que fazemos, para eles representa muito!
Assine a petição! "Abaixo-assinado pelo fim do uso de animais em circo no Brasil":
http://new.petitiononline.com/circobr/petition.html

Nós do GRAPPA apoiamos essa causa!
Pelo fim de animais em circo!

Animais de Circo (Parte 3)


Depoimentos de Treinadores de Circos:
Alguns treinadores, contaram as seguintes histórias:
"Faltando apenas duas semanas para a noite de estréia tínhamos que trabalhar rápido e preparar os elefantes para a apresentação... A mais jovem era muito tímida e assustada.Um dia, a colocamos na arena para treinar. Ela não conseguia realizar os truques e fugiu. A Pegamos e a trouxemos de volta, forçamos para que se abaixasse e começamos a castigá-la por ter sido tão tola.... De repente, paramos de bater e olhamos um para o outro . Ela chorava como um humano, largada e deitada de lado, lágrimas escorriam de seus olhos e soluçava desesperadamente."
"Era uma inocente e doce ursinha marrom que nunca machucou ninguém...mas algumas vezes ela tinha dificuldade para realizar os malabarismos. Apanhava com uma longa vara de metal até que estivesse sangrando e gritando de dor. Ela ficou toda neurótica que eu batia sua cabeça contra sua pequena gaiola. Finalmente ela morreu.

Manifestação:
Foi realizada uma manifestação na Avenida Paulista, no dia 15 de abril de 2000, contra o uso de animais nos Circos. A manifestação contou, inclusive com a famlia do garoto morto por leões do circo Vostok. Muitas pessoas compareceram, e deram apoio campanha.

Circo Legal:
Não somos contra o Circo. Somos contra a apresentação de animais nos circos. Você já ouviu falar no "Cirque du Solei"? um Circo em que os animais não são usados. Há apresentações de mágica, palhaços, música, dança e muito malabarismo. O cirque du Solei é considerado hoje, o Circo com as melhores apresentações e artistas do Planeta.

Circos que não utilizam animais:

No Brasil:
CIRCO POPULAR DO BRASIL - do ator Marcos Frota
CIRQUE AHBAUI (nome francês mantido porque o circo foi criado na França)

No exterior:
CIRCO DE SOLEIL (Cirque de Soleil)
CIRCO OZ (Circus OZ)

Fonte: reinodobicho.blogspot.com

Animais de Circo (Parte 2)


O DIA-A-DIA DOS ANIMAIS

Todos os animais de circo so aprisionados até a sua morte. Além de passar fome, os animais ficam confinados sem as mínimas condições de higiene, sujeitos a diversas doenças, inclusive doeçnas contagiosas ao próprio ser humano, como por exemplo a tuberculose.Tigres e leões ficam em jaulas tão pequenas que mal podem virar-se. Os Elefantes permanecem acorrentados o tempo inteiro. A apresentação dos animais é baseada no medo, na tortura e na anulação dos seus próprios instintos.

UMA QUESTÃO DE COMPORTAMENTO

Você já notou que os elefantes dos circos ficam balançando de um lado para o outro? Esse não é um comportamento normal. É o resultado de viver anos acorrentado, negado à necessidade de se mover livremente de um lugar para o ourtro.Os elefantes são animais sociáveis que vivem livres nas selvas com famílias unidas em grandes manadas. Enquanto livres, os elefantes caminham de 30 a 40 Km por dia coletando água e comida.A vida cruel para os animais de circos. A falta de comida, a tortura e o confinamento causa um comportamento agressivo nos animais . Você se lembra do incidente do CircoVostok? No circo Vostok um garotinho de apenas 6 anos foi morto por leões que estavam a 2 dias sem comer.
Por serem mantidos em cativeiro, os animais ficam estressados e adquirim hábitos como andar em círculos, morder grades, mastigar correntes ou dormir demais. Muitos animais entram em depressão.

O TRANSPORTE

Os animais viajam constantemente por muitos quilômetros, de cidade em cidade, dentro de carrocerias escuras e sem ventilação.As carrocerias que transportam animais não possuem o controle de temperatura e os animais sofrem muito por causa disso. Os elefantes ficam em pé, acorrentados no mesmo lugar por horas a fio. Durante a viagem no há água ou alimentos frescos para os animais.

Animais de Circo (Parte 1)

AS ONGS PARTEM PARA O ATAQUE E AGORA A VÍTIMA É O CIRCO ESTORIL

Em mais uma ação contra os circos com animais, imagens de um empregado batendo nos animais do Circo Estoril foram parar na redação do programa Fantástico, da Rede Globo e irão ao ar neste domingo, dia 2 de novembro. O empregado estava há 5 meses na empresa e há um mês e meio trabalhava com os animais.

Em nota oficial, a proprietária do Circo Estoril, Luzdalma Portugal se manifesta contra à atitude do funcionário e diz ser este um caso isolado. Luzdalma afirma ainda que quando houve desconfiança de maus tratos aos animais, o empregado foi remanejado para sua antiga função, de montagem e desmontagem da lona e que os animais gozam de boa saúde, o que pode ser atestados por documentos clínicos eAlinhar ao centro a opinião de médicos veterinários que realizam acompanhamento contínuo. A proprietária do circo afirma que o IBAMA realizou três visitas técnicas ao circo durante sua temporada em Salvador (BA) e não identificou nenhuma irregularidade.

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AUDIÊNCIA SOBRE O CASO SERÁ NO DIA 04/11/2008

A Associação Brasileira Terra Verde Viva, o Instituto Arca de Noé-Proteção aos Animais e Preservação do Meio Ambiente, o Ministério Público do Estado da Bahia e a União Defensora dos Animais-Bicho Feliz, moveram uma ação contra o Circo Estoril sobre este caso, considerado pela direção do circo como inadmissível. A audiência está marcada para a próxima terça-feira (4 de novembro), onde o circo apresentará todos os documentos comprovando a idoneidade da administração e o bom trato dos animais. O Circo afirma também que já está tomando as medidas cabíveis ao agressor dos animais.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Tráfico de Animais Silvestres


DIGA NÃO AO TRÁFICO DE ANIMAIS SILVESTRES

Desde seu descobrimento, o Brasil despertou a cobiça mundial por sua fauna e flora. Sua rica e preciosa biodiversidade sempre esteve na mira daqueles que aqui aportaram. Até hoje, a bandeira brasileira exalta o verde de nossas matas e o hino proclama que "nossos bosques têm mais vida e nossos campos têm mais flores". A cada ano, porém, os dados apontam um destino menos romântico para nossos símbolos patrióticos. As matas já não são tantas, e nossos bosques estão cada vez mais silenciosos.

O processo de desenvolvimento cultural da população brasileira foi singular, possibilitando o encontro de povos conquistadores e povos que mantinham uma estreita relação com a natureza e o meio ambiente. Ainda hoje, observamos nos grandes centros urbanos, ou nos mais distantes rincões do nosso território, a presença de vários animais silvestres convivendo com o ser humano, numa relação de domínio e admiração.

O hábito de manter animais silvestres como mascotes vem desde o tempo da colonização do Brasil. Quando os portugueses aqui aportaram, incorporaram a prática dos índios nativos de manter macacos e aves tropicais como seus animais de estimação, além de utilizarem o colorido das penas de aves brasileiras para adorno de chapéus e outras peças do vestuário.

Segundo o jornalista brasileiro Eduardo Bueno, durante os trinta primeiros anos após o descobrimento do Brasil, as naus portuguesas que deixavam o país, costumavam levar em seus porões aproximadamente três mil peles de onças (Panthera onca) e 600 papagaios (Amazona sp.) em média. Ao serem desembarcadas na Europa, essas “mercadorias” estariam logo enfeitando vestidos e palácios do velho mundo. Usar chapéus ornados com penas coloridas de aves tropicais era considerado de muito bom gosto, e quase sempre era um luxo reservado apenas às classes mais abastadas. Aquele olhar estrangeiro de cobiça se perpetua até hoje, todavia carrega mais que uma simples curiosidade, ele traduz a certeza de que possuímos a maior reserva de biodiversidade do planeta, e nela estão contidas muitas respostas que ainda não chegaram ao conhecimento humano. Segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente — PNUMA (Perfil do PNUMA -1992), cerca de cem espécies desaparecem todos os dias da face do planeta, sendo o comércio ilegal de animais silvestres uma das principais causas dessa tragédia.

Em menos de 500 anos o Brasil já perdeu cerca de 94% de sua cobertura original de Mata Atlântica (Veja. Ed. Esp. Amazônia-1997), um dos principais ecossistemas do país. São cada vez mais constantes as incursões nas matas tropicais em busca de animais para fomentar o tráfico nacional e internacional. Manter animais silvestres em cativeiro continua sendo um hábito cultural da população brasileira: sejam os ricos, que exibem suas coleções particulares de animais silvestres como troféus à sua vaidade; sejam os miseráveis, que se embrenham na mata em busca desses animais que, vendidos, ajudarão a diminuir sua fome, ou sejam ainda os cientistas estrangeiros que buscam na fauna e na flora brasileira uma possibilidade de seus laboratórios faturarem altas quantias com a fabricação de novos medicamentos. A realidade é que os recursos faunísticos do Brasil encontram-se gravemente ameaçados pelo comércio ilegal.

O tráfico de animais silvestres é o terceiro maior comércio ilegal do mundo, perdendo apenas para o tráfico de armas e de drogas, estes dois últimos, segundo especialistas, se misturam tanto que são encarados como um só. Movimenta cerca de US$ 10 bilhões ao ano, sendo o Brasil responsável por aproximadamente 10% desse mercado. Por se tratar de uma atividade ilegal e por não existir uma agência centralizadora das ações contra o tráfico no país, os dados reais sobre esse comércio ilegal são difíceis de ser calculados.

A Renctas estima que o tráfico de animais silvestres no País, seja responsável pela retirada anual de 38 milhões de espécimes da natureza. Em cada 10 animais traficados, apenas 01 chega ao seu destino final, os outros 09 acabam morrendo no momento da captura ou durante o transporte. Todos os animais traficados sofrem no esquema montado pelos traficantes, o qual inclui como prática, anestesiá-los para que pareçam dóceis e mansos, até furar os olhos das aves para não enxergarem a luz do sol e não cantarem, evitando chamar a atenção da fiscalização.

Além de ter a sua biodiversidade ameaçada, o Brasil perde, anualmente, com o tráfico, uma quantia financeira incalculável e perde ainda uma gama irrecuperável de seus recursos genéticos. Só o mercado mundial de hipertensivos movimenta anualmente cerca de US$ 500 milhões, e o princípio ativo desses medicamentos é retirado de algumas serpentes brasileiras, como a Jararaca (Bothrops jararaca). A cotação internacional dos venenos ofídicos é altíssima: um grama de veneno de Jararaca (Bothrops jararaca) vale US$ 433,70 e o da Cascavel (Crotalus durissus terrificus) US$ 301,40.

O mercado interno de animais comercializados ilegalmente, movimenta muito pouco se comparado ao mercado externo. Os valores alcançados internamente dificilmente ultrapassam a casa dos US$ 200,00 por animal, enquanto no mercado internacional, esses mesmos animais atingem facilmente valores na casa de dezenas de milhares de dólares. O Mico Leão Dourado (Leontopithecus rosalia) é vendido internamente por R$ 500,00 e na Europa é facilmente comercializado por US$ 20.000,00. O Melro (Gnorimopsar chopi) é encontrado nas feiras livres do Sul do país por R$ 80,00 e nos Estados Unidos por US$ 2,500.00.

Recentemente foi descoberta, em sapos da Amazônia, uma substância 27 vezes mais potente do que a morfina, algo que pode mudar todas as formas de tratamento com anestésicos no mundo. E o Brasil ganhará, com isso, apenas mais um nome para colocar em sua lista de espécies ameaçadas de extinção.


Fonte: http://www.vivaterra.org.br/vivaterra_traficoanimais.htm