Fundado em 20 de Outubro de 2008, na cidade de Vila Velha-ES, somos um grupo de amigos/protetores dos animais, que os amam de forma incondicional e, nos preocupamos com a preservação de suas vidas.


Sem fins lucrativos, trabalhamos voluntariamente na elaboração de eventos beneficentes e na sensibilização do ser humano em prol dos animais.

Não possuímos abrigo, nem fazemos resgates, apenas apoiamos e divulgamos protetores independetes e entidades voltadas para essa questão.



sexta-feira, 24 de abril de 2009

Semana Municipal de Proteção dos Animais em Vitória (ES)

Os vereadores de Vitória aprovaram projeto que prevê a comemoração da Semana Municipal de Proteção dos Animais na Capital. O evento vai acontecer na primeira semana de outubro e tem o objetivo de consolidar a consciência de proteção dos animais domésticos, ou não!

Nota: este projeto é de autoria do vereador Fabrício Gandini/PPS, de Vitória-ES, que é simpático a causa animal e poderá trazer outras novidades boas!

Fonte: Jornal Online Folha de Vitória, em 16/04/2009

Respeito à VIDA

A maioria das pessoas concorda que não se deve infligir sofrimento desnecessário aos animais, mas não age de acordo com esse princípio.

Quase todos nós consideramos que é errado apedrejar um gato ou pontapear um cão. Contudo, os cães e os gatos não são os únicos animais capazes de sofrer física e psicologicamente. Os porcos, as vacas, as galinhas e tantos outros animais utilizados na indústria alimentar sofrem da mesma maneira e são rotineiramente sujeitos a crueldades que não são menos graves. Normalmente, tentamos justificar o sofrimento dos animais utilizados na indústria alimentar como sendo um mal necessário, mas isso não corresponde de todo à realidade — ainda que não tenhamos consciência disso, estes animais sofrem apenas por motivos triviais: satisfazer o nosso paladar ou o nosso comodismo.


O vegetarianismo ético é a aplicação prática na nossa vida do princípio do respeito pelos animais e do princípio da não violência. O vegetarianismo ético não é como uma moda passageira que se adota e depois se esquece, é uma questão de princípios e os princípios são para toda a vida.


Com o novo recurso veg4life.org, a Associação pelos Animais pretende fornecer informações úteis para quem quer ser vegetariano, para quem é vegetariano e para a promoção do vegetarianismo ético. É dada particular ênfase à questão da saúde, sendo para o efeito disponibilizadas informações rigorosas sobre saúde e nutrição numa dieta vegetariana. São também disponibilizados folhetos de sensibilização a quem estiver empenhado na divulgação do vegetarianismo ético.

COMPORTAMENTO: Donos influenciam na agressividade dos cães, diz estudo

Um novo estudo da Universidade de Córdoba (UCO), que inclui raças como o Rottweiler e o Pitbull, mostra que os proprietários são os principais responsáveis pela agressividade dos seus animais de estimação. Segundo o estudo, ao contrário do que pensamos, no comportamento do cães a raça têm menos peso do que outros fatores modificáveis e que dependem do proprietário. As informações são do jornal El Mundo.

De acordo com Joaquín Pérez-Guisado, principal autor do estudo, alguns fatores que podem causar agressão em cães são: o fato do proprietário não ter tido um cachorro antes, cães não submetidos a uma formação básica em obediência, mimar o cão em excesso, não usar punição física quando é necessário, adquirir o animal por capricho, castração das fêmeas, ou gastar pouco tempo para o lazer do animal.

O estudo, recentemente publicado no Journal of Animal, mostra que quase 40% da agressão em cães estão ligadas ao baixo autoritarismo do dono que nunca realizaram um treinamento de obediência com seu animal.

Investigadores espanhóis estudaram 711 cães (354 machos e 357 fêmeas) dos quais 594 eram puros e 117 mestiços, todos com mais de um ano de idade. Entre as raças estudadas destaca-se o Bullterrier, Pitbull, o Pastor Alemão, o Boxer, o Rottweiler, o Dobermann, e as raças aparentemente mais dóceis, como os dálmatas, o Setter irlandês, Golden Retriever, Labrador Retriever, o Chihuahua e o Bulldog.

De acordo com Pérez-Guisado, determinadas raças, de sexo masculino, pequeno porte e com idades entre 5 e 7 anos, "são fatores associados ao cachorro mais agressivo e com uma posição mais dominante". No entanto, esses fatores representam "um peso mínimo" para que o cão tenha um comportamento agressivo.

"Para corrigir o comportamento do animal, os proprietários devem seguir um tratamento adequado e restabelecer o domínio sobre o cão", diz o pesquisador. Quanto à punição, Pérez-Guisado disse que "isso não pode ser utilizado com todos os cães por causa do perigo envolvido, mas poderia ser utilizado para restaurar a obediência dos filhotes ou cães que são pequenos ou fáceis de dominar. No entanto, "o castigo físico deve ser uma forma de assustar e demonstrar o domínio que temos sobre o cão, e nunca trazer um grande sofrimento para o animal", diz o veterinário.

Segundo o pesquisador, "não é normal que cães que receberam uma educação adequada mantenham o comportamento agressivo." Pérez-Guisado atribui esta atitude "excepcional" para a existência de qualquer problema médico ou orgânico que podem provocar mudanças comportamentais em cães."

Redação Terra

Aspectos do convívio com os animais domésticos

Um ditado diz que o cão é o melhor amigo do homem, mas nem sempre a recíproca é verdadeira. A presença dos animais na vida de uma pessoa, traz inúmeros benefícios, mas esta convivência precisa ser alicerçada no compromisso de respeito a vida dele.

Os cães chegam a ser considerados como membros da família , influenciando decisões importantes, como por exemplo, onde residir e para onde viajar, levando em consideração a estrutura dos hotéis para recebe-los. Atua como um estímulo ao exercício físico e promove o contato do dono com outras pessoas na rua , sendo reconhecido como um facilitador social .

A companhia do animal, também, é muito salutar para quem vive sozinho ou não tem contato constante com familiares e amigos , proporcionando afeto e diversão, reduzindo a tensão do dia-a-dia e até o batimento cardíaco da pessoa que o toca.

Os cardíacos hospitalizados no Centro Médico da Universidade da Califórnia , em Los Angeles, submeteram-se ao “animal assisted-therapy”, o tratamento coadjuvado pela presença de um cão. No Congresso Anual da Associação Americana de Cardiologia ( AHA) , realizado nos E.U.A , colaboradores da enfermaria clínica , relataram que a presença de cães entre pessoas normaliza a pressão nos que estão sadios e reduz a pressão em hipertensos, tornando as pessoas felizes, calmas e fazem com que se sintam mais amadas.

A expectativa de vida do cão varia conforme o tratamento que recebem. Eles necessitam de vermifugação, vacinação e de uma alimentação adequada. O animal quando é abandonado, sofre com igual intensidade tanto a fome e a sede, quanto a dor da rejeição. Mas , basta um afago, um pouco de comida e um abrigo seguro, para que ele comece demonstrar toda a sua gratidão.

Numa recente pesquisa na região metropolitana de São Paulo por pesquisadores de quatro universidades, a média de vida dos cães que vivem em São Paulo é de três anos , sendo que a sobrevivência média é de 9,9 anos nos E.U.A e de 11 anos na Inglaterra. Após as doenças infecciosas, apareceram os tumores ( 13,28%), os acidentes com traumatismo (13,08%) . Morreram de velhice apenas 5,57%.

Independente de ter ou não uma raça definida, os animais conseguem propiciar ao dono uma melhora na qualidade de vida, e isto precisa ser divulgado em campanhas educativas em colégios, associações comunitárias e de bairros, igrejas, etc...estimulando a população a realizar a posse responsável. Felizes, os que fazem do amor incondicional a sua filosofia de vida.

Fonte: Vininha F. Carvalho - diretora da Del Valle Editoria

Cães: Melhor amigo do homem não precisa de exageros

Marcela Munhoz
Do Diário do Grande ABC

Andréa Iseki/DGABCChloe usa sapatos, tem cozinheiro particular, adora roupas e coleiras de grife, só passa perfume francês e odeia fazer coisas de cachorro, como latir e correr atrás do próprio rabo.
A chihuahua mimada, estrela do filme Perdido pra Cachorro, em cartaz nos cinemas, é um pouco exagerada, mas foi inspirada em muitos cachorrinhos que são tratados como gente.
Os donos estão cada vez mais apaixonados por seus animais de estimação e não percebem que, muitas vezes, exageram na dose de atenção.
O próprio diretor do filme, Raja Gosnell, diz que se inspirou na relação homem-cachorro para o roteiro. "Chloe vive de acordo com a ideia de que tem essa vida porque merece e aquele é seu lugar. Não tem noção de sua origem", fala.
Quem transformou Chloe, mesmo sem querer, em cachorro mimado foi sua dona, Vivian. AfinMarina Brandão/DGABCal, os animais carregam as mesmas características do dono.
NÃO É GENTE! - Mas, para a especialista em comportamento animal, Rubia Burnier, é preciso deixar claro que cachorro não é e nunca vai ser gente. "O que é bom para os humanos, nem sempre é bom para eles. Felicidade é um conceito humano. O que importa para o bicho é ter conforto e viver bem."
O psicólogo da Unifesp, Murilo Batisti completa: "Hoje o pet é um integrante da família. Por um lado, favorece a troca de afeto, de carinho; por outro, facilita o isolamento. As pessoas estão deixando de viajar por causa do cachorro."
O dono precisa primeiro atender às necessidades básicas do animal, como alimentação adequada e higiene, cuidados médicos, como vacinas, e carinho, para depois se preocupar com o resto, segundo a veterinária Cleiser Kurashima."Não adianta deixar bonitinho e descuidar da saúde. Tem de respeitar a tolerância de cada raça."
Na opinião de Cleiser, apesar de muitos insistirem em tratá-lo como gente, o animal nunca perde o instinto. "Pode deixar de lado por não precisar usar mais (como Chloe que, no filme, esquece até de latir). É por isso que muitos ficam com medo e não sabem como agir quando encontram outro cachorro. E isso é mau." O correto é tratar bicho como bicho!

O que é luxo? O que é conforto?

Marina Brandão/DGABCDifícil dizer o que é luxo e o que é conforto para cachorro. Na verdade, é preciso pensar o que os faz viver bem e saudáveis. Todos precisam dormir e comer, ter água fresca e sombra disponíveis, passear, fazer exercícios físicos, tomar banho, receber tosa higiênica, tomar vacina e ganhar atenção.
Como o bicho não sabe falar, cabe ao dono ficar sempre de olho nas reações para saber quais são os seus limites. Se ele se sente bem quando coloca roupinha, tudo bem vesti-lo. Se demonstrar irritação ou ficar parado como estátua, não tente de novo. Ele não gostou!
Outros luxos, como alisamento de pelo, tintura, unhas pintadas, devem ser mais bem avaliados, segundo os veterinários. Será que o desejo não é apenas do dono, já que o animal desconhece essas mordomias?
Mas atenção: se for usar algum produto químico, é preciso sempre seguir as instruções de especialistas e usar os específicos para animais . Nada de substâncias que servem aos humanos. Hoje, existem os mais variados produtos e muitos são criados pensando na saúde e longevidade dos pets, como protetor solar e pasta de dente.Marina Brandão/DGABC

Humano transformou o cão em seu companheiro

Tiago Silva/DGABCO parente mais antigo do cão é o lobo. Conforme o homem foi se desenvolvendo, o lobo foi se aproximando de sua casa e passou a comer os restos do que ele produzia. Daí percebeu que não precisava mais caçar.
Os homens também simpatizaram com os animais e passaram a aproveitá-los para realizar tarefas, como puxar trenós. As novas gerações foram nascendo cada vez mais dependentes e, por fim, os cães foram domesticados. Depois, passaram a ser símbolos de status na sociedade.
No século 2, os antigos romanos e chineses começaram a experimentar a seleção de espécies e criaram as raças (hoje, são mais de 400). Assim, podiam criar um cachorro para cada tipo de dono. Com isso, os animais ficaram menores, mais frágeis, menos bravos, mas ganharam mais doenças.
Agora, o chihuahua - raça de Chloe, a cadelinha do filme - é a queridinha da vez. Por ser a menor e a mais leve (varia de meio quilo a 3 quilos), cabe em todos os lugares. A fama da raça ficou ainda mais evidente depois que algumas celebridades, como Paris Hilton e Britney Spears, apareceram com seus cachorrinhos dentro de bolsas de grife e com coleiras cheias de brilhantes.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

A Importância da Castração

(OBSERVE O QUADRO ABAIXO)


Ao contrário do que muita gente pensa, a esterilização de animais não é nenhuma “judiação”. É um ato de amor com seu bichinho. Além de ele não se reproduzir, gerando ainda mais animais num mundo que não comporta tantos (existem mais animais de rua do que pessoas querendo ter um companheiro de estimação), a cirurgia de castração evita que ele se exponha a diversas doenças. Com isso, evita-se também o câncer de próstata em machos e de mama, de ovário e útero em fêmeas. Assim seu bichinho pode viver muito mais a seu lado, e você fica com a consciência tranqüila por nunca ter sido responsável por gerar e abandonar mais animaizinhos pelas ruas.

Os animais castrados continuam sendo ótimos para guarda e companhia. O comportamento deles só fica mais calmo e sociável com os donos e com outros animais. Eles vão continuar tentando agradar a família e protegendo a casa, mas agora sem marcar território com a urina. E a castração ainda evita que os machos escapem para ir atrás de fêmeas no cio e se percam.

A castração evita ainda aborrecimento com machos invasores, barulho de fêmeas no cio e, principalmente, ninhadas indesejadas. O grande problema de filhotinhos, além dos gastos extras com comida e veterinário, é arrumar donos responsáveis para todos eles. Lembre-se que dificilmente nascerão menos de quatro filhotes por ninhada.


A importância da castração em números

- No Brasil, há um cachorro para cada sete humanos e 10% deste total é de animais abandonados.

- Os animais se reproduzem em progressão geométrica. Dessa forma, uma cadela não castrada e seus descendentes gerarão cerca de 64.000 filhotes em apenas sete anos;

- Quando falamos de gatos o número salta para 420.000 novos animais, pois cachorros se reproduzem a cada seis meses, enquanto gatos se reproduzem a cada três meses;

- Todos os dias cerca de 200 animais são entregues pelos próprios donos ou recolhidos pela carrocinha;

- O CCZ de São Paulo extermina mais de 20.000 animais sadios todos os anos.

A solução para esse problema pode resumir numa equação simples: posse responsável + castração

- Animais castrados ficam obesos: falso. O que leva os animais a engordarem é a vida sedentária e uma alimentação inadequada. É verdade que com a castração existem mudanças na constituição física dos animais, e eles podem ficar com mais apetite, mas isso não significa que eles ficarão obesos;

- Gatas podem entrar no cio em períodos menores do que um mês: verdadeiro. Para gatas, exista a possibilidade do que chamamos de cio induzido, causado pela presença de machos não castrados numa distância próxima (mesmo que não seja na mesma casa). Além disso, no verão, existem gatas que chegam a entrar no cio a cada 21 dias.

- A castração deixa o animal "bobo": falso. Após castrados os animais apresentam um comportamento mais tranqüilo, mas continuam brincando e se divertindo normalmente. O que acontece é que com a idade, normalmente, os animais diminuem seu grau de atividade e muitas pessoas erroneamente atribuem isso a castração;

- A castração mutila o animal e é uma prática muito cruel: falso. A castração é uma cirurgia simples, rápida e com pós-operatório tranqüilo. Em 24h o animal volta a estar ativo e assim que retira os pontos, eles voltam a levar uma vida completamente normal;

- Não pode castrar fêmeas antes do primeiro cio/primeira ninhada: falso. Os animais podem ser castrados a partir dos dois meses de vida sem que haja nenhum prejuízo a saúde deles. Aliás, quanto mais novo for o animal, mas rápida será a sua recuperação. O ideal é castrar o animal ANTES do primeiro cio;

- Castrando os machos eles deixam de fazer xixi pela casa: verdadeiro. Machos castrados antes da puberdade, ou seja, antes dos seis meses de vida, não chegam se quer a apresentar tal problema. Em animais adultos que já tenham o hábito de demarcar território, a castração também se mostra muito eficiente em ao menos diminuir consideravelmente esse problema;

- Gatos machos inteiros podem sentir uma fêmea no cio a quilômetros de distância: verdadeiro. Um gato macho, não castrado, pode sentir o cheiro de uma fêmea no cio num raio de 20km de distância!

- Castrar pode trazer problemas emocionais para os animais: falso. É justamente ao contrário. Castrando você evita, além de doenças físicas, também problemas comportamentais, como, por exemplo, a gravidez psicológica em fêmeas, um problema causado por cios freqüentes (uma cadela entra no cio de seis em seis meses e uma gata de três em três meses).

Fonte: Movimento dos Protetores Independentes


Animais Caretes - Como você pode ajudar

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Os alemães e a sua paixão por cães

Alemanha | 18.03.2009


Os alemães adoram cachorros

Eles são amigos fiéis, divertidos e uma boa companhia nos momentos de solidão. Características como essas fazem muitos alemães nutrirem verdadeira adoração por cachorros.

Nas agências dos correios, no transporte público, em barzinhos ou em restaurantes: na Alemanha, os cães estão por toda a parte. A presença deles é permitida em muitos estabelecimentos do país, mas, quase sempre, presos à coleira.

Mesmo que à primeira vista esse costume possa causar estranhamento aos olhares estrangeiros, é justificável quando se conhece a adoração dos alemães pelos cachorros. Para muitos moradores do país, eles não são meros animais de estimação, mas fazem parte da família.

Barbara Herzog passeia com Ricky

Barbara Herzog passeia com Ricky

A aposentada Barbara Herzog, 71 anos, mora sozinha com Ricky e vê no cãozinho um companheiro para todas as horas. "Sempre o levo junto quando vou ao cabeleireiro ou a restaurantes, mas como alguns lugares não aceitam animais, às vezes preciso deixá-lo no carro", conta.

E a amizade não para por aí. Por acompanhá-la nas viagens de carro, Ricky tornou-se um cachorro internacional. "Ele conhece Paris e tem muitos amigos cães na Espanha", garante a simpática senhora, complementando: "Nas melhores viagens ele sempre me acompanha".

A massagista Marie Meier, 26 anos, também vê em Harry – da raça boxer – muito mais do que um animal de estimação. O cão, hoje com 4 anos, é – nas palavras dela – um bom amigo. "Ele é companheiro, silencioso, cheira bem e sabe se comportar. É ótimo tê-lo por perto", garante.

Meier, que mora sozinha com Harry, quis comprar um cachorro por causa do companheirismo comum a esses animais. "Os gatos gostam de ficar sozinhos. Não acho isso legal. Com Harry posso passear", diz.

Sobre os motivos que a levaram a escolher um cachorro, apesar do imposto anual exigido pela lei alemã pela posse, Meier brinca: "O imposto não é problema. Caro é ter um filho".

Imposto

Apesar dessa adoração, ter um cachorro, na Alemanha, pode custar caro. O preço de um labrador pode chegar a 1.500 euros. Já as raças leão da Rodésia ou dogue de Bordeaux valem em torno de 2 mil euros.

Fora isso, a lei obriga o proprietário a pagar imposto pela posse. A taxa, cujo valor varia de cidade para cidade, fica entre 60 e 160 euros por ano para o primeiro cão e, de regra, aumenta para cada cachorro adicional. Ela não tem um fim específico.

Conforme o Clube Canino Alemão (VDH), trata-se de um imposto sobre artigos de luxo. "Existem cidades em que o valor pode chegar a 700 euros para cães de combate", revela o relações-públicas da VDH, Udo Kopernik.

Já para os donos de cães treinados, a exemplo dos guias para cegos, salva-vidas e dos usados em terapias, há redução no imposto.

Responsabilidades do proprietário

Como demonstraram Herzog e Meier, ter um cachorro não se restringe a alimentá-lo. O animal precisa de carinho, contato social e cuidados especiais.

Eles recebem todos os tipos de cuidados

Eles recebem todos os tipos de cuidados

O VDH criou um guia para a emissão de uma carteira de condutor de cães. A habilitação comprova que o proprietário está capacitado a ter a guarda do animal sem colocar pessoas em perigo.

No guia constam algumas das responsabilidades dos proprietários que, na verdade, não são obrigações, mas dicas para que o cachorro tenha uma vida saudável e longa ao lado do seu dono.

Antes da compra, por exemplo, o interessado tem que pensar no espaço que o animal ocupará. Cães pequenos podem viver em apartamento; já os maiores precisam de espaço e não são indicados para pessoas que moram em casas sem pátio.

Conhecer as necessidades e características da raça escolhida também é importante. Os adultos de raça pequena ou média precisam ser alimentados de uma a duas vezes ao dia e os de raça grande, duas vezes ao dia.

Outro aspecto fundamental para a saúde do animal são os passeios. O ideal é que ocorram, pelo menos, duas vezes ao dia. Caso o cachorro viva num lar pequeno, a movimentação ganha ainda maior importância.

Dar banho, cortar suas unhas, escovar o pelo e dar biscoitos duros para preservar os dentes também estão entre as responsabilidades.

Férias com cachorros

Assim como Herzog, os proprietários que não quiserem abrir mão dos "amigos de quatro patas" em viagens ou nas férias têm a possibilidade de deixá-los aos cuidados de um dogsitter, um tipo de babá para cães. O profissional cuidará do animal sem tirá-lo de casa. O serviço inclui, ainda, alimentação e passeios.

Os hotéis de luxo para animais de estimação também são uma alternativa. No Pfötchenhotel há a oferta de massagens a terapia na piscina, exercícios físicos, brincadeiras, salão de beleza e passeios por grandes áreas verdes.

Autora: Caroline Eidt

Revisão: Alexandre Schossler

Pit Bulls

Uma questão da educação dos proprietários. Por meio de estudos e conversas com especialistas na raça, fica cada vez mais claro que a chave para esta questão é o proprietário. Caso medidas imediatas não sejam tomadas, os pitbulls podem estar com os dias contados, pois políticos do país inteiro insistem em querer banir o animal, ao invés de mirar na raiz do problema.

A ARCA Brasil vem discutindo este tema desde as primeiras polêmicas em torno deste cão. Em fevereiro de 2006, convocou uma comissão de especialistas para analisar a questão. Um teste de aptidão e até um curso “psicoténico” para educar os proprietários sobre as necessidades de determinadas raças são duas medidas em estudo.

Segundo o veterinário Renato Medeiros, um dos participantes da comissão, as medidas só não saíram do papel ainda pela ausência da maioria dos interessados durante às reuniões. “Não dá para fazer um teste desses sozinho. Tem que ter várias pessoas especializadas em adestramento e comportamento específicos da raça. Com apenas uma opinião, corre-se o risco de deixar de cobrir algum aspecto importante da questão”, revela.

A Veterinária Solidária, Alessandra Borges, explica que além de todos os cuidados de que um cão precisa , os pitbulls precisam receber adestramento de obediência. “E não adianta deixar o animal sozinho com o adestrador, o dono precisa estar presente, para que o cão entenda a pessoa a quem deve obedecer”, salienta ela.

Segundo a médica veterinária, animais da raça pit bull devem ser criados apenas com reforço positivo, ou seja, prêmios, carinhos e elogios: “Não se deve bater e nem criá-los acorretados ou em pequenos espaços”. Ela também alerta para que o animal seja socilizado com outras pessoas, crianças e outros cães desde filhote, diminuindo as chances de agresividade repentina.

De acordo com Alessandra, o abandono dos cães pode levá-lo a morder pessoas. “Por estarem em uma situação de sofrimento, passando fome e sede, eles podem ter reações que não correspondem ao seu comportamento normal”, esclarece Alessandra.

Condenação sumária pela mídia
Os acidentes envolvendo pitbulls – em geral com animais mal-adaptados ou vítimas de maus-tratos – têm acontecido com certa frequência. Em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e D.F. são eventos quase diários. A cada caso a reação das pessoas com os bichos tem sido de maior intolerância.

Os cães vêm sendo mortos de forma brutal, a tiros, por linxamento, choque ou asfixia. Na maioria das vezes, a execução é feita pelo próprio dono, em uma tentativa de retirar sua responsabilidade sobre as atitudes do seu bicho de estimação. Outros são mortos pela polícia que atende aos chamados de socorro ou vão ser eutanaziados no CCZ.

A cobertura dos jornais só ajuda a piorar o clima de medo e pavor que se instalou em torno da raça. Quando ocorre um acidente envolvendo um pitbull os jornais apontam a presença do animal já no título e durante todo o texto, com frases como “ataque”, “dilacerado”, “perigoso”, o que afeta ainda mais a imagem do cão.

E um caso recente em que dois cães (um pit bull e um SRD) atacaram uma pessoa em Campinas, o único destacado na manchete é o pit bull. Mais uma vez, os dois animais foram mortos a tiros pela polícia.

Diante desse cenário, em que mídia, população e políticos já tomaram uma posição, criadores e interessados na raça precisam se unir para revertê-la. Caso contrário, medidas restritivas, algumas delas já em dicussão nas câmaras pelo país, serão tomadas e estes animais, assim como seus proprietários, ficarão marginalizados.

MODISMO - DESPREPARO - NEGLIGÊNCIA

“O caráter e a personalidade do cão dependem 20% da genética e 80% do ambiente. A maneira como é criado e as experiências sociais moldam seu temperamento e definem sua maneira de agir.”, afirma a Veterinária Solidária, Rubia Burnier, que há mais de 15 anos pesquisa a agressividade canina.


Alguns lugares onde o Pit Bull sofre algum tipo de restrição:
Canadá (Ontário) Não é permitida a importação e nem que a raça seja levada até Ontario. No caso de desrespeito, multas severas são aplicadas. Há apenas exceção para animais que já existiam na cidade até o dia 29 de agosto de 2005. Eles precisam ser esterilizados quando atingem 36 semanas e devem ser conduzidos em correias menores de 1,8 metros, com focinheiras. A venda de animais que não estejam nessas condições é ilegal.
Canadá (Winnipeg e Manitoba) Raça banida.
Austrália Raça banida.
França Criação restrita; os animais que não forem puro sangue da raça precisam ser castrados.
Noruega Raça banida.
Reino Unido Banido dos lugares publicos de acordo com o Dangerous Dogs Act de1991.
Nova Zelândia Precisam ser microchipados, andar com focinheira e não pode haver publicidade sobre sua venda.
EUA (Miami Dedia County – Florida) Raça banida.
EUA – Delta (Utah), Springville (Utah), Council Bluffs (Iowa), Royal City (Washington), Prince George's County (Maryland), Yonkers (New York), Springfield (Missouri). Raça banida.

Farra do Boi

Seja você também CONTRA esse ato de crueldade!

O que diz a lei Acórdão 153.531-8/97, do Supremo Tribunal Federal > Considera a farra do boi uma crueldade com os animais, ofensiva ao inciso VII do Artigo 225 da Constituição Federal, e proíbe a realização, ainda que sem violência e dentro dos mangueirões, sob pena de responsabilização de seus agentes. Lei dos crimes ambientais (Lei 9.605/98) > Artigo 32 – Praticar atos de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: detenção de três meses a um ano e multa. > Parágrafo 2º – A pena é aumentada de 1/6 a 1/3 se ocorre a morte do animal.


(Click na imagem para melhor visualização)


O Estado de Santa Catarina já foi multado em 1 milhão de reais pela prática da Farra do Boi


sexta-feira, 17 de abril de 2009

Seu cão ou gato pode ajudar a salvar vidas!!!

Você sabia que existem hemocentros para cães e gatos?
É isso mesmo. Seu cão ou gato pode ajudar a salvar vidas!!!

Condições para ser doador:

- Cães e gatos entre 1 e 8 anos
- Cães acima de 27 kg e gatos acima de 4,5kg
- Animais vacinados e vermifugados (não precisa ser castrado)
- Não estar prenhe
- Não ter passado por procedimento cirúrgico recente
- Estar clinicamente saudável
- Apresentar comportamento dócil
- Controle contra pulgas e carrapatos
Vantagens de ser um doador
- Avaliação da condição física gratuita
- Exames laboratoriais como hemograma completo, perfil bioquímico e sorologia para as principais doenças infecciosas transmitidas pelo sangue
- Além disso, ele estará contribuindo para salvar muitas vidas

ONDE DOAR?

São Paulo
Faculdade Anhembi/Morumbi
Rua Conselheiro Lafaiete,64.
Brás, São Paulo-SP. Fones: 2790-4693 ou 2790-4642.

Renal Vet São Paulo
Telefone: (11) 3875-2666
Endereço: Rua Heitor Penteado, 99.
Sumaré
São Paulo - SP

Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo
Av. Prof. Dr. Orlando Marques de Paiva, 87 CEP 05508 270 - Cidade Universitária
São Paulo/SP

Rio de Janeiro
Hemopet
LOCAL: Rua das Laranjeiras, 84 - Largo do Machado - Rio de Janeiro
Luciula – (21) 7855-8898 id: 83*31055 / Roberta – (21) 7854-5433 id: 83*30226.

Rio Grande do Sul
Universidade Federal do Rio Grande do Sul - Faculdade de Veterinária da UFRGS
Av. Bento Gonçalves, 9090 – Bairro Agronomia - Porto Alegre, RS –
Brasil CEP: 91540-000
Fone: +55 (51) 3316-6099 Fax: +55 (51) 3316-7305

"Calar diante do sofrimento alheio, é covardia.
Calar diante da
injustiça, é fraqueza".

Maltratar animais é crime! Denuncie!

Posse Responsável: Os Dez Mandamentos

Os Dez Mandamentos ARCA Brasil da Posse Responsável de Cães e Gatos

Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados.

Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.

Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, espaço físico.

Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo.

Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o regularmente.

Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.

Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.

Recolha e jogue os dejetos (cocô) em local apropriado.

Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).

Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.

FONTE: www.arcabrasil.org.br

Curiosidades do Mundo Animal

Quantas palavras os cães entendem?

"Eu vou ensinar 100 palavras ao meu cão" (I'll Teach My Dog 100 Words), diz o garoto na história infantil que leva esse título. Mas ele pode fazer isso? Os donos de cães adoram falar sobre a inteligência canina. Por isso, para eles não chega a ser uma surpresa que pesquisas confirmem que os cães têm uma profunda capacidade mental. Porém, quanto da nossa linguagem os cães realmente compreendem?
Com certeza, a maioria dos cães compreende o básico: "pegue", "sente" e "fique", mas, se você tiver motivação e paciência, provavelmente poderá ensinar ao seu cão até mesmo mais do que 100 palavras. Stanley Coren, um psicólogo que fez uma quantidade significativa de pesquisas sobre a inteligência canina sugere que o cão treinado conhece cerca de 160 palavras [fonte: Coren (em inglês)]. Alguns cães até possuem um vocabulário tão vasto quanto o dos bebês humanos.
Pelo menos desde os anos 70, quando os pesquisadores treinaram com sucesso chimpanzés para usar e ler palavras em uma linguagem de sinais, nós sabemos que a linguagem, em um sentido amplo do termo, não é exclusividade dos humanos. Os animais têm potencial cerebral para compreender a linguagem humana e usar suas próprias linguagens de formas surpreendentemente profundas. Sabemos que os papagaios podem ser treinados para falar palavras humanas. E cães reagem à palavra "passear" abanando o rabo.
Na próxima página, daremos uma olhada no marcante talento de um border collie para recuperar objetos com diferentes nomes

O "Efeito Hans Esperto"

No início do século 20, o alemão Wilhelm von Osten disse que seu cavalo, Hans Esperto, possuía habilidades fantásticas: ele não apenas entendia palavras, mas também podia fazer aritmética. Supostamente, Hans Esperto batia com seu casco o número correto de vezes para responder às questões matemáticas. As pessoas iam testar as notáveis declarações de von Osten apenas para ver se, de fato, o cavalo respondia precisamente. Como isso era possível? O psicólogo Oskar Pfungst investigou o assunto para descobrir que quando Hans Esperto respondia às perguntas, ele na verdade apenas respondia às sutis pistas inconscientes das pessoas. Apesar de não poder realmente fazer a aritmética, a habilidade de Hans Esperto certamente era impressionante.
Então, como sabemos se o efeito Hans Esperto não está funcionando com Rico? Rico conseguiu encontrar o objeto solicitado em uma sala afastada (com seu dono fora de vista), e isso convenceu os pesquisadores de que o cão não podia estar apenas adivinhando pistas físicas de seu dono.

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Por que os cachorros correm atrás do próprio rabo

Se você tem um cachorro de estimação, provavelmente já deve ter flagrado alguma cena do animalzinho correndo atrás do próprio rabo, em círculos. Mas você já parou para pensar qual a razão dessa atitude?

De acordo com Rubia Burnier, veterinária e terapeuta de animais, há mais de uma justificativa para esse comportamento, algumas até preocupantes para a saúde do bicho. Uma das explicações, conforme a especialista, seria a percepção de que correr em círculos desperta a atenção do dono. "O cachorro pode transformar isso numa estratégia", diz Rubia.

Também por tédio ou falta de estimulação ambiental, cães com forte instinto de caça podem canalizar essa necessidade não realizada "caçando o próprio rabo", explica a veterinária.

Outra possibilidade é a tentativa de aliviar algum desconforto presente na região do ânus ou do rabo, como pulgas, dermatites ou inflamações da glândula paranal. O mais preocupante, porém, é se o cão sofrer de estresse e desenvolver comportamentos compulsivos, segundo Rubia. "Alguns chegam a morder e mutilar o próprio rabo. Nesse caso, o dono deve procurar um especialista o mais rápido possível", alerta.

Redação Terra

quinta-feira, 16 de abril de 2009

O lado triste dos animais de circos

Por JOÃO CARLOS DE QUEIROZ

Volta e meia, assistimos circos se instalarem em Cuiabá e Brasil afora. Os circos nunca saíram de moda. Sempre estiveram na ponta da simpatia dos que gostam de se divertir à custa de palhaçadas, mágicas e malabarismos. Mas eles têm seu lado horripilante, maquiavélico, muito bem guardado nos bastidores. São os circos que empregam animais, escravizando-os, explorando e torturando esses inocentes até à morte, conforme aconteceu incontáveis vezes.

Faço esse preâmbulo para ressaltar a importância de circos que não utilizam animais-escravos nos seus espetáculos, a exemplo do excelente circo do ator Marcos Frota. Ou alguém acha divertido o processo de “treino” dos ursos, elefantes e tigres? Isso inclui queimaduras (ferros em brasa) ainda na fase infantil dos animais, surras memoráveis em vários momentos do dia e da noite, clausura em lugares escuros e apertados, decapitação de membros, presas, fome, frio, calor, etc.

Explica-se assim a revolta de alguns bichos (tigres, ursos, elefantes, leões) quando atacam seus domadores, por vezes devorando parte dos carrascos. Os animais querem ter certeza de que eles não vão viver, porque isso significaria - imaginam - a continuidade do cativeiro similar ao dos judeus na época do nazismo, atrocidade que Hitler comandou impunemente.

Em Montes Claros, Minas Gerais, em uma área onde hoje está sediado o novo prédio da Prefeitura, um domador matou um ursinho a pauladas diante de todos “os distintos espectadores do espetáculo”. Justamente porque o pobrezinho estava revoltado e assustado com tanta pancadaria, recusando-se a atender suas ordens. Acredito que ninguém aplaudiu esse assassino público, apesar de não mover uma palha em sua defesa e assistir o desenrolar dessa carnificina passivamente. O corpo da vítima foi resgatado pela UFMG, para estudos.

Cabe assim uma reflexão para que a sociedade brasileira comece a banir os circos que exploram animais. A pergunta de quem vai adquirir um ingresso circense deve(ria) ser esta: "Trabalham com animais?" Se for positiva, meia volta, uma forma de protestar contra essa covardia que os circos praticam há séculos contra os animais.

Há quem não tenha, compreensivelmente, a necessária gentileza para formular tal pergunta nos moldes acima, já disparando: "Vocês exploram animais para engordar seus cofres?" Ou: "Aqui também animais são trucidados no palco e confinados a uma existência gradeada e em locais escuros?"

O triste fato é que esses circos continuam desafiando a sociedade e as autoridades. Ao optar por uma cidade, chega ao cúmulo de desfilar com os animais prisioneiros pelas ruas centrais, anunciando o espetáculo covarde que sempre protagonizam. O ideal seria que as pessoas, além de não comprar ingressos, também se posicionassem em franca campanha pública contra a presença desses criminosos não confessos, pois o ato de exploração de qualquer animal já se constitui em crime, em si.

Fica, enfim, uma sugestão para que o Ministério Público Estadual e Federal, sempre acirrado em defesa de causas sociais diversas, entenda isso como uma afronta social e ao próprio Código Penal Brasileiro, fazendo valer as sanções para os exploradores de animais. Exploração de animais é um traço inequívoco de atraso de qualquer País.

JOÃO CARLOS DE QUEIROZ é jornalista profissional em Cuiabá. Fundador da Sociedade Norte Mineira Protetora dos Animais (MG) e Fundação Amigos da Natureza www.fundacaoamigosdanatureza.com.br, entidade que preside em Mato Grosso
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CIRCO SEM ANIMAL VALORIZA A ARTE

circo-animal

Ele simplesmente NÃO merece isso!

Não basta apenas não irmos ou não participarmos. É preciso que haja uma comunicação de forma que crie soluções e mudanças para que um animal não seja considerado uma “diversão” para uma platéia. Boicotar e lutar para proibir circos com animais de forma regional e global é a primeira coisa à ser feita, é a urgência. Mas também é preciso mudar o que pensam criadores, o que pensa a platéia, porque apenas proibir não resolve. As coisas voltam, leis não são absolutas, jamais serão.

É preciso pensarmos num veganismo que caminha junto com luta social, com melhoria de vida humana em todos os sentidos. Precisamos disso para que ignorâncias nossas não se voltem para nossos irmãos. Enquanto o ser humano for precário em suas relações uns com os outros, não teremos muito à conquistar.

Libertação Animal. Libertação Humana.

Animal NEWS


Produto injetável substitui a castração cirúrgica de cães machos

Produto injetável substitui a castração cirúrgica e esteriliza os cães machos com eficiência


A castração cirúrgica não é mais a única alternativa para o controle da população de cães machos. Está chegando ao mercado Infertile, um método humanitário, eficaz e permanente de esterilização, de baixo custo e inédito no Brasil.

Infertile foi desenvolvido no país, e agora é comercializado pelo Centro de Planejamento de Natalidade Animal (CPNA), instituição com sede em São Paulo focada na realização de campanhas de esterilização e vacinação de pequenos animais. Infertile é à base de zinco, injetável e somente indicada para cães machos. O produto proporciona menos riscos aos animais e representa um método de esterilização química permanente, a partir da aplicação intratesticular (uma dose em cada testículo).

Estimativas de órgãos envolvidos com cuidados animais indicam que apenas 10% dos cães sem dono sob cuidados de ONGs e dos Centros de Controle de Zoonoses (CCZ) são adotados.

Além disso, estimativas apontam que é preciso esterilizar 70% dessa população canina de rua para controlar o seu crescimento desordenado.

“Infertile é a resposta do CPNA para o controle da superpopulação de cães machos abandonados e sem dono, um problema de saúde pública de enormes proporções”, resume Debbie Hirst, fundadora do Centro de Planejamento de Natalidade Animal.

Testes feitos com grupos de cães comprovam que Infertile apresenta 99,6% de eficácia com a aplicação de duas doses. Além de proporcionar resultados seguros, o produto custa menos de 20% do valor médio cobrado pela castração cirúrgica. Sem contar que é um método muito menos invasivo e menos arriscado para o cão.

Os estudos conduzidos para a viabilização de Infertile no Brasil demandaram seis anos de pesquisa e o CPNA fará também o anúncio do início do desenvolvimento de um produto similar para fêmeas.

“Estamos apresentando Infertile como uma alternativa à esterilização cirúrgica, entendendo que a reprodução descontrolada é um problema mundial, somente controlada até o momento com a castração cirúrgica e o sacrifício”, explica Maria José Simões de Freitas, médica veterinária e Diretora do CPNA.

“A redução da superpopulação de cães abandonados, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), também é um eficiente agente de auxilio e facilitador ao combate da raiva e de outras zoonoses, além de representar menos investimentos dos municípios em saúde pública”, acrescenta a Diretora.

O Infertile também é indicado para os donos de cães machos que desejam controlar a reprodução e não se sentem à vontade para autorizar a castração cirúrgica de seus animais, procedimento que exige anestesia geral e ambiente controlado, e consta da retirada dos testículos.

Editoria: Vininha F. Carvalho
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Leishmaniose: Teste rápido para será lançado em 2009

Resultado em cinco minutos

O teste rápido para diagnóstico da leishmaniose, desenvolvido pelo Instituto Bio-Manguinhos, tem previsão de lançamento para este ano. Os estudos com o kit foram iniciados em setembro de 2008, em Campo Grande (MS). Técnicos do Bio-Manguinhos foram enviados à região, onde tiveram apoio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) para acompanhar a pesquisa.

Segundo os técnicos, a previsão é que até o final do primeiro semestre de 2009 o estudo seja finalizado e os dados analisados e disponibilizados. O teste determina na hora se o animal está ou não com leishmaniose. Nos casos positivos é feita coleta de sangue, logo após a testagem, e levada ao laboratório para a contra-prova. Nessa etapa, o diagnóstico é obtido em cinco minutos. Nos testes convencionais, o resultado só é emitido em quatro dias.

Kit de testagem rápida

Entre as vantagens do kit destacam-se: precisão e simplicidade (facilidade para interpretação dos dados coletados); maior sensibilidade do que os testes convencionais (10 a 50 vezes maior que o ensaio de cromatografia de fluxo lateral); é específico para leishmaniose (com uma plataforma de dois caminhos); adapta-se a diferentes tipos de fluidos biológicos (sangue, soro ou plasma). Além disso, uma gota de sangue do animal é suficiente para um diagnóstico eficaz no próprio local da coleta.

"Com sistema baseado nos testes rápidos de HIV, a testagem pode ser realizada em regiões remotas, onde não há condições de implantação de um laboratório, beneficiando populações que não teriam como realizar outros testes de diagnósticos", completa Pedro Paulo Ribeiro.

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Cães e gatos precisam de "manicute", dizem veterinários.

LEANDRO NOMURA
da Revista da Folha

Pequenas, delicadas e escondidas no meio dos pelos, as unhas de cães e gatos, às vezes, passam despercebidas da rotina de cuidados.

De acordo com a veterinária Tatiana Pelucio, coordenadora para assuntos profissionais do Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo, os cuidados são fundamentais para a saúde dos animais. "As unhas dos cães, se muito compridas, podem levar a problemas de locomoção e até de crescimento, no caso dos filhotes."

No caso dos cães, a atenção deve começar pelo corte. "Os que vivem em quintais e que passeiam diariamente têm contato com pisos ásperos e apresentam um desgaste natural das unhas. Já os que vivem em apartamentos e no interior de casas têm contato apenas com pisos lisos. As unhas não se desgastam e devem ser cortadas com frequência", explica Tatiana, que enfatiza que o aparo deve ser feito somente por pessoas com prática.

Mirela Tinucci Costa, professora de medicina veterinária da Unesp de Jaboticabal, não vê exageros no cuidado.

"Quem não tem experiência pode cortar errado. As unhas dos cães têm uma parte viva no meio, que, se cortada, sangra e causa muita dor ao animal. Alguns cães têm a unha escura, e quem não tem experiência perde a referência do comprimento correto."

No caso dos gatos, o corte das unhas não é indicado, pois eles as utilizam para se fixarem. Para poupar os móveis e os proprietários dos arranhões, é indicado apenas que as unhas sejam lixadas nas pontas.

Esmaltes e capas

Enquanto alguns donos se esquecem dos cuidados das unhas dos cães e dos gatos, outros vão ao outro extremo e chegam a pintá-las com esmalte, no caso dos cães, e a cobri-las com capinhas, nos gatos.

"As pessoas têm um animal e querem transformá-lo em bonecos. O benefício é zero e, se usados com constância, pode prejudicar a saúde dos bichos, pois não deixam a unha respirar", alerta Mirela.

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Gato pede esmola com cartaz: "PRECISO DE DINHEIRO PARA COMPRAR PEIXE"

Gato foi flagrado pedindo esmola em uma cidade da Belarus.
Proprietária do felino fica nas proximidades só observando.

Gato pede esmola em uma cidade da Belarus. Animal permanece no local com um cartaz, que diz: 'preciso de dinheiro para comprar peixe'. Felino não abandona seu lugar e protege o dinheiro apenas com o olhar. A proprietária do gato fica nas proximidades.

Segundo o site englishrussia.com, a mulher disse que tinha salvo o gato, mas, como já contava com outros animais de estimação, não poderia alimentar todos eles. Por isso, ela decidiu levá-lo junto para pedir esmola na cidade.

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Canadá autoriza caça de 280 mil focas

Ministra da Pesca diz que caça é fonte de renda de comuni

dades isoladas.

Índice é superior à cota estabelecida em 2008 e 2007.

France Presse

O Canadá autorizou este ano a caça de 280 mil focas em sua costa atlântica, anunciou nesta sexta-feira (20) a ministra da Pesca, Gail Sheal. "O TAC (Captura Total Admissível) de focas na Groenlândia foi fixado em 280 mil para 2009, sobre um total de 5,5 milhões de animais", destacou a ministra em um comunicado.


O número é superior à cota estabelecida em 2008 (275 mil) e 2007 (270 mil), mas muito inferior a de 2006, que foi de 335 mil animais.

"A caça de focas é uma importa

nte fonte de renda para várias comunidades isoladas do Canadá, em Quebec e no norte", declarou a ministra Shea.

Vamos acabar com essa crueldade. Assine a petição, basta clicar aqui.

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Vende-se vidas!

- O tráfico de animais é o t erceiro maior comércio ilegal do mundo, atrás de drogas e armas, movimentando cerca de U$ 10 bilhões, por ano. No Brasil, a Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Renctas, www.renctas.org.br) calcula que são retirados da nature za 38 milhões de espécimes para serem traficadas, anualmente .

- Entre nós, o tráfico de animais é um processo antigo, historicamente iniciado com a chegada dos portugueses ao Brasil. Nos primeiros 30 anos da colonização, antes mesmo do ouro, os navios carregavam daqui, em média, 3 mil peles de onças e 600 papagaios para a Europa.


- A crueldade do tráfico impressiona. Para cada dez animais traficados, apenas um chega ao seu destino final. Os outros nove morrem durante a captura, ou durante o transporte, além dos maus tratos que evidenciam a insensibilidade dos traficantes e compradores. É o caso das injeções de anestesia e para a produção de cegueira em aves, por exemplo, par

a evitar que elas cantem durante o trajeto e assim denunciem o ilícito.

Alô Marketing Bradesco assinou:

Do Alô Marketing do Bradesco: "O Bradesco não patrocina há algu ns anos qualquer evento que represente crueldade com os animais, inclusive os rodeios."
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Quantas moedas fazem um bichinho

A agência DM9DDB fez uma campanha genial para a organização WWF. São cartazes magnéticos, com marcações para as moedas de 5, 10, 25, 50 centavos e 1 real. As pessoas vão colando as moedas no cartaz, e a imagem de um animal aparece. Cada cartaz pode arrecadar de R$ 270 a R$ 490. Eles estão instalados em cinemas, shoppings e academias de S ão Paulo."

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(Para melhor visualização, clique na imagem)